SOCORRO 24H 0800 601 4055

Área do associado
Lembrar senha

Saiba como regular o farol do seu carro

Pode parecer algo bem simples para qualquer motorista, mas nem todos sabem como regular o farol do seu carro. Será que você conhece todos os detalhes? Provavelmente, responderá que sim.

Mas saiba que o veículo precisa estar parado em um local plano? E que os pneus devem estar calibrados? Essas informações não são conhecidas por todos. Além disso, a maioria das pessoas deixa de fazer a regulagem rotineira, atitude não recomendada.

Então, que tal entender como fazer o ajuste e garantir que seu carro esteja com os faróis sempre alinhados? Confira a partir de agora!

 

Como verificar a regulagem do farol do seu carro?

O ideal é que o automóvel esteja parado em uma pista plana com o farol baixo ligado. Analise o feixe projetado em um carro localizado logo à frente. O esperado é que do lado esquerdo exista um facho quase reto, enquanto no direito é necessário ter uma linha levemente inclinada para cima.

Observe que os faróis dos lados direitos e esquerdo precisam fornecer a mesma iluminação. Isso significa que é preciso ter uma inclinação para cima do lado direito, local do acostamento e das placas.

Vale a pena olhar ainda as linhas horizontais, que devem estar enfileiradas. Caso uma esteja mais alta que a outra, um dos faróis está desregulado.

Assim que o automóvel da frente andar, perceba se a linha do facho se movimenta para baixo. Se subir ou ficar alinhada, é preciso fazer alguma regulagem.

 

Como regular o farol do seu carro?

Se no teste você identificar que é necessário fazer a regulagem, precisa parar o carro em um local plano e ter certeza de que os pneus estão calibrados. O recomendado é fazer uma marca na parede para indicar os centros dos faróis esquerdo e direito. Meça a distância até o solo.

Em seguida, recue o carro entre três e cinco metros sem girar o volante. Novamente, faça uma marca na parede, mas desça um centímetro para cada metro que voltou. Por exemplo, se retrocedeu três metros, coloque o risco três centímetros para baixo.

Ao fazer esse processo, pegue duas folhas de papel sulfite, trace uma linha horizontal do centro para a esquerda e outra com inclinação de 15º para cima no sentido oposto (centro para a direita).

Cole o papel na parede a fim de que o topo da linha desenhada se mantenha sobre a segunda marca deslocada para baixo. Essas são as referências para a regulagem.

Fez tudo isso? Chegou a hora de acender o farol baixo e identificar os parafusos. Um deles regula de maneira vertical e outro de forma horizontal. Gire até que as linhas de projeção fiquem exatamente nas marcas feitas.

Assim, seu farol está devidamente regulado e você pode manter as marcas para checagens futuras.

 

Quais são os tipos de lâmpadas ideais?

Sempre que uma lâmpada do farol queimar, o ideal é que seja substituída por uma original. Ainda assim é preciso analisar o tipo: incandescendente (modelo convencional), incandescente halógena e de xenônio (também chamada de xênon).

Segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), a potência elétrica máxima é de 68W para os veículos. No entanto, as de xenônio — que são mais novas e estão inseridas nos carros importados de fábrica — têm potência de 35W. Elas são azuladas porque o gás é utilizado para produzir a luminosidade. No entanto, o consumo é 36% menor.

O preço das lâmpadas também varia conforme o tipo. As convencionais têm valor de aproximadamente R$40. As halógenas ficam entre R$190 e R$210. Por sua vez, as de xenônio podem chegar a R$6 mil.

Apesar de esse procedimento levar certo tempo, é importante saber como regular o farol do seu carro. Se a luminosidade estiver desregulada, a segurança do motorista e dos passageiros está comprometida. Então, faça isso com frequência.

Agora você já sabe como fazer o processo de verificação e regulagem do farol. Então, que tal aprender sobre o sistema de frenagem? É só ler sobre como funciona o freio do carro

 

Acesse nossas redes sociais: Facebook, Instagram e LinkedIn.

O que é considerado perda total?

Muitas vezes, uma pessoa sofre um acidente e diz que o carro deu PT, isto é, perda total. Nesses casos, a pessoa que tem proteção veicular tem direito à indenização integral. No entanto, apenas algumas situações são caracterizadas dessa forma.

O problema é que a maioria das pessoas desconhece o que significa sofrer PT. Da mesma forma, não sabe como declará-la ou comprová-la para ser beneficiada.
É por isso que neste post vamos explicar mais sobre essa situação. Que tal entender como ela efetivamente funciona?

Acompanhe!

Como funciona a perda total?

Indicar que o automóvel deu PT significa que o custo do conserto do veículo após o acidente é maior que o percentual do preço do carro definido na apólice da proteção veicular. A porcentagem utilizada como referência é de até 75%.

Isso significa que pode ser menor que esse percentual, mas nunca acima dele. Para entender melhor, imagine que o seu carro custa R$50 mil pela Tabela Fipe. Nesse caso, o gasto com a reparação deve ser igual ou acima de R$37,5 mil.

Perceba que a ideia não é analisar se o carro está em amplo estado de destruição. O que vale, efetivamente, é o preço do conserto. Afinal, um veículo com a carroceria preservada pode ter vários componentes internos prejudicados na colisão. O inverso também pode acontecer.

O percentual usado como referência para PT está definido em contrato. Portanto, vale a pena analisar antes de fechar negócio. Nesse caso, o valor da franquia não é pago e você recebe a quantia da indenização integral.

Por sua vez, se o acidente levar a uma perda parcial, a proteção veicular cobre os custos com os reparos quando o valor for acima do estipulado pela apólice. A franquia é paga e o restante é coberto pela associação.

Como declarar a perda total?

O primeiro critério para declarar PT é estar em dia com as prestações da proteção veicular. Com o cumprimento desse requisito, o Certificado de Registro do Veículo (CRV) é transferido para a associação e, a partir disso, é de responsabilidade da empresa.

Por isso, é feito o pagamento da indenização integral, de acordo com a Fipe. Caso você tenha a cobertura de despesas extras, ainda tem direito a outros valores contratados além da indenização integral.

O montante recebido deve ser declarado no Imposto de Renda, no campo “Discriminação” da ficha “Bens e Direitos”. O valor recebido é isento e não tributável. Portanto, a quantia deve ser especificada no campo de mesmo nome.

E como comprová-la?

A análise de PT, com a consequente avaliação de gastos com o conserto, é feita por uma perícia técnica da própria associação de proteção veicular, ou empresa indicada por ela. Você deve disponibilizar o automóvel para que o procedimento seja realizado.

Assim, o sinistro deve ser comunicado imediatamente à associação de proteção veicular e, se necessário, é importante fazer o boletim de ocorrência (BO) na delegacia da Polícia Civil.

Peça uma indicação de oficina para levar o automóvel para fazer o conserto. Além disso, vale a pena guardar alguns documentos para comprovar o acidente:

  • aviso de sinistro, com relato do fato detalhado, inclusive com local, data e hora, endereço e carteira de habilitação do motorista, nome e endereço de testemunhas etc.;
  • BO, principalmente se ficar sem os documentos originais do carro devido a roubo;
  • RG, carteira de habilitação e CPF do motorista.
  • Outras informações relevantes são:
  • telefone, e-mail, nome e endereço de motoristas e passageiros envolvidos no acidente.;
  • números das placas e modelo e marca dos veículos;
  • número da carteira de motorista;
  • nomes e referências dos policiais e colaboradores dos serviços de emergência.

Se você seguir essas indicações, comprovará a perda total e terá o pagamento da indenização conforme especificado em contrato. Assim, garante sua tranquilidade até mesmo nos acidentes mais graves.

E você, quer saber como fazer uma proteção veicular? Acesse a simulação da Lions e espere o contato de um de nossos representantes!

 

Siga a Lions nas redes socias: Facebook, Instagram e LinkedIn.

Vale a pena comprar um carro importado?

Na hora de escolher um novo veículo, sempre surge a dúvida: é melhor comprar um carro importado ou nacional? Há quem defenda que os automóveis estrangeiros são mais duráveis e econômicos, além de apresentarem um custo-benefício melhor. Será mesmo?

A verdade é que um carro importado é o sonho de consumo de milhões de brasileiros. Representa status, é confortável e oferece alto desempenho. No entanto, é preciso atentar a outros detalhes.

Neste post apresentamos os principais aspectos a considerar antes de escolher um veículo importado em detrimento do nacional. Confira!

O que avaliar antes de comprar um carro importado?

Os veículos fabricados em outros países têm algumas diferenças em relação aos nacionais. Identificar essas questões é essencial para tomar uma decisão consciente.

Veja, a seguir, quais são os detalhes a analisar.

Taxas

A tributação de um veículo importado é alta por conta das regras impostas pela Receita Federal. De acordo com esse quesito, é mais caro comprar um carro importado que optar por um nacional.

As alíquotas aplicadas são as seguintes:

  • 37% para os carros com motores flex até 1.0;
  • 43% para motores a gasolina entre 1.0 e 2.0;
  • 41% para motores flex entre 1.0 e 2.0;
  • 55% para motores a gasolina acima de 2.0;
  • 48% para motores flex superiores a 2.0.

Na prática, esses percentuais podem aumentar o valor de um carro em até R$100 mil, a depender do modelo. Além disso, há outros tributos, como:

  • ICMS: entre 17% e 19%;
  • PIS/Cofins: 11,6%;
  • IPI: entre 7% e 25%, de acordo com a motorização.

Despesas extras

O carro importado costuma ser mais caro que o nacional e também tem mais gastos de manutenção. As peças de reposição e a revisão periódica são mais caras. Portanto, é preciso levar em conta esse aspecto, principalmente se o veículo já for usado.

O valor da proteção veicular também se torna mais elevado devido ao preço do bem. Outro fator que considera esse quesito é o IPVA.

 

O que avaliar antes de fechar a compra de um carro importado?

Se o carro for usado ou seminovo, é importante levar a um mecânico especializado para avaliar as condições das peças principais, como suspensão, motor e caixa de marchas. Se for novo, é válido atentar a outros detalhes, como a disponibilidade de peças de reposição.

Verifique se consegue encontrar facilmente, se o mecânico é de sua confiança trabalha com elas e o preço dos itens. Além disso, vale a pena optar por veículos zero ou com menos de 50 mil quilômetros rodados.

Essa recomendação é importante,  porque esses carros são menos usados, por isso, há menor chance de manutenção e de necessidade de reposição de peças.

Além disso, analise ainda se o veículo tem histórico de acidentes. Leve o automóvel ao mecânico de sua confiança e confira sinais negativos, como desalinhamento das portas e problemas na pintura do carro.

Outra dica relevante é consultar o chassi no Detran para ter certeza de que está tudo correto. Por último, faça um test-drive detalhado para garantir que o veículo se sai bem em diversas pistas e é confortável perante as irregularidades. Nesse processo, confira o conforto, a dirigibilidade e a potência — afinal, esses quesitos interferem o dia a dia.

Ao tomar esses cuidados, você pode sobretudo comprar um carro importado e fazer uma escolha acertada. Porém, se houver limitações no seu orçamento ou problemas com algum desses quesitos, opte pelo nacional. É você que precisa determinar o que é mais indicado na sua situação.

Agora que você entende mais sobre veículos importados, que tal compreender uma de suas funcionalidades mais comuns? Conheça o câmbio automático e veja 5 cuidados que você precisa ter.

Além disso, você pode seguir a Lions nas redes sociais e ficar muito mais informado: Facebook, Instagram e LinkedIn.

3 dicas para comprar uma moto nova

Ter uma moto nova é o sonho de muitos brasileiros. A sensação do vento batendo no corpo, a possibilidade de se deslocar rapidamente e a economia de combustível costumam ser fatores que contribuem para esse desejo.

Porém, é necessário que esse processo seja feito com consciência e atenção. Caso contrário, a compra pode ter um efeito diverso ao esperado. Em alguns casos, por exemplo, desequilibra seu orçamento financeiro. Em outros, o custo-benefício é pouco interessante.

Para ajudar na sua escolha, criamos este post que traz 3 dicas para escolher uma moto adequada e comprar a sua sem arrependimentos. Então, que tal conhecer as sugestões?

Confira!

 

1. Saiba qual será a finalidade de uso da moto nova

Pode ser que você queira uma moto para usar no dia a dia, mas também é possível que utilize o veículo somente nos finais de semana ou na estrada. Qualquer que seja o propósito, existe um modelo mais adequado.

Por exemplo: se você deseja se locomover todos os dias na cidade, o principal deve ser a economia e a agilidade. Nesse caso, as streets e scooters são boas alternativas, até mesmo porque chegam a um consumo de 40km/litro.

Por outro lado, se utilizar somente para lazer, é mais importante ter robustez, potência e capacidade de carga. Já as estradas de terra e trilhas requerem motos off road ou performance melhor, como os modelos esportivos.

 

2. Compare os preços à sua condição financeira

A compra de uma moto nova exige um desembolso significativo de valores. Portanto, faça todas as contas e verifique se cabem no seu orçamento.

Se estiver endividado, vale a pena pagar as dívidas primeiro, porque, além da moto, existem outros valores a pagar, como IPVA, DPVAT, Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV) etc.

Lembre-se ainda da manutenção, seguro e até da depreciação da moto — para esse último item, vale a pena consultar a tabela Fipe.

 

3. Confira o tamanho da moto nova

O veículo deve ser confortável. Por isso, verifique sua dimensão e veja se está adequada ao seu porte e à estrutura do corpo. Para ter uma ideia, o modelo PCX da Honda tem apenas 76cm de altura, enquanto a trail NXR 160, da mesma marca, tem 84cm. Essa diferença é suficiente para ter dificuldade de manter a moto em pé.

Ao analisar o tamanho, confira também sua finalidade, porque um aspecto interfere no outro. Avalie também sua capacidade de realizar curvas, frear e contornar obstáculos. Se você for muito alto, terá dificuldades com modelos mais baixos, ao ponto de ter sua segurança comprometida.

O inverso também acontece. Portanto, sempre avalie sua altura e a do veículo para ter certeza de que conseguirá pilotar adequadamente.

Perceba que essas 3 dicas são fundamentais para fazer uma boa escolha, mas há uma regra que vale para todos os casos: o seu gosto é prioritário. Por isso, nada impede que você compre uma moto maior para usar no dia a dia, desde que esteja disposto a pagar mais por isso, já que esses modelos tendem a consumir mais combustível.

Assim, fica claro que ter uma moto nova é a realização de um sonho — basta ter cuidado com os aspectos que apresentamos. Desse modo, você toma uma decisão consciente e embasada em seus gostos e necessidades.

O que achou dessas dicas para comprar uma moto nova? Compartilhe o conteúdo nas suas redes sociais e ajude outras pessoas a decidir o modelo mais adequado!

Nova placa de carro segue padrão do Mercosul

Você já deve ter ouvido falar que está em vigor a nova placa de carro brasileira, que segue o padrão do Mercosul. Outros países já adotavam esse modelo desde 2015, mas o Brasil ainda relutava. Agora, o Detran decidiu implementar o formato, que ainda passa por modificações e restrições.

A verdade é que muita gente achou uma boa ideia, mas outros acreditam que essa é apenas uma despesa para o consumidor. Diante de tanta confusão, decidimos fazer este post para mostrar a você o que é válido, o que já foi determinado e de que maneira pode se adequar.
Vamos lá?

Quais são as diferenças da nova placa?

 

O padrão do Mercosul é bastante diferente da placa atualmente utilizada no País. Há mudanças no visual, na ordenação, nos caracteres e no significado de letras e números.

Se hoje são três letras e quatro números (por exemplo, ABC–1234), com o novo padrão haverá quatro letras e três números.
A ordenação também é diferente. Primeiro, vêm três letras. Em seguida, o primeiro número e, então, a última letra. O restante são os dois numerais posteriores. Por exemplo: ABC1D23.

Quanto aos elementos, a nova placa oferece os seguintes:

  • símbolo do Mercosul;
  • nome e bandeira do país;
  • faixa holográfica;
  • Código QR;
  • hot stamp personalizado;
  • ondas sinusoidais;
  • brasões estadual e municipal;
  • marca d’água.

Além disso, o fundo sempre será branco. O que distinguirá o tipo de veículo são os números e as letras, que seguirão a recomendação:

  • preto: particular;
  • azul: oficial;
  • vermelho: comercial;
  • laranja: diplomático;
  • verde: especial;
  • ocre: colecionador.

nova-placa-mercosul

 

Quais são as vantagens do novo modelo?

 

A placa do Mercosul é bastante segura, muito mais que o modelo utilizado atualmente no País. Com isso, torna-se praticamente impossível clonar os veículos. Esse é o primeiro benefício.

No entanto, há mais. Outro bastante interessante é a facilidade de rastreamento e monitoramento, já que há o QR code e a implementação do chip. Assim, em caso de roubo, a polícia identificará a localização do carro com mais rapidez.

 

O que já mudou desde o anúncio da nova placa?

 

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) alterou várias regras desde que o novo modelo de placa foi anunciado. O início da implementação foi adiado algumas vezes e começou a valer em 11 de setembro de 2018 no Rio de Janeiro. A partir disso, os outros estados iniciariam sua adoção até o prazo final, em 1º de dezembro.

Porém, praticamente um mês depois seu uso foi suspenso em todo o País. A decisão foi promulgada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, de Brasília, em caráter provisório. O pedido de interrupção do uso foi feito pela Associação das Empresas Fabricantes e Lacradoras de Placas Automotivas do Estado de Santa Catarina (Aplasc).

Motivo:

  • a implementação determinava que o Denatran deveria credenciar as empresas habilitadas a fabricar o dispositivo de identificação, o que atualmente é responsabilidade dos Detrans;
  • a falta de criação de um sistema integrado de consulta de informações, que relacionasse todos os estados.

Atualmente, o início da implementação da placa está adiado, sem indicação alguma de prazo. Já no dia 24 de setembro havia sido revogada a exigência dos chips nas placas, que facilitariam a identificação dos automóveis.
O Rio de Janeiro — único estado que já estava adotando esse modelo — chegou a implementar algumas placas, mas sem a instalação dos chips. Para evitar uma violação, a resolução foi alterada.

Assim, a obrigatoriedade é referente somente ao QR Code, que implica restrições em relação aos chips, como permissão para locais restritos, envio de informações e compartilhamento de dados entre a polícia.

Para saber quando será necessário colocar a nova placa, é preciso ficar atento às notícias. A princípio, a substituição só será solicitada com a troca do veículo. Por isso, é desnecessário gastar dinheiro nesse momento.

Entendeu como a nova placa do Mercosul funciona e quais são suas particularidades? Compartilhe este post nas suas redes sociais e ajude a deixar outras pessoas informadas!

Acesse nossas redes sociais: Facebook, Instagram, Youtube.