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O que fazer se meu carro for clonado?

A clonagem de veículos é um grande problema no Brasil e pode dar muita dor de cabeça as vítimas deste golpe. Carro clonado, também conhecido popularmente como “dublê”, é, conforme o Conselho Nacional de Trânsito – Contran, um automóvel cuja placa de identificação veicular foi utilizada em outro veículo.

Carros com placas falsas geralmente apresentam as mesmas características do carro original como, por exemplo, marca cor e modelo. A princípio, muitos proprietários nem percebem que existe um problema.

O primeiro indício de que houve clonagem é o recebimento de infrações que você nunca cometeu, em lugares onde você também não esteve. Se você teve o carro clonado ou deseja comprar um carro usado leia as observações que seguem.

Como acontece a clonagem de carros?

Primeiramente os criminosos fazem a adulteração do chassi do veículo. Depois o veículo é colocado à venda no mercado, com uma identificação falsa.

Alguns criminosos, para enganarem os possíveis compradores também apresentação uma documentação falsificada. Deste modo, quem adquire o carro clonado roda com o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) e o Certificado de Registro de Veículos (CRV) ilegais.

Tive o carro clonado, o que fazer?

– Se infelizmente você teve o carro clonado, deve tomar algumas medidas.

Primeiramente, deve ser feito o registro do Boletim de Ocorrência, B.O, em uma delegacia. Assim, a vítima pode provar sua inocência, casso o carro clonado seja utilizado em crimes.

– Reúna documentos e comprovante de compra do carro. Além disso, fotos do veículo também servem como provas. Então, a Polícia vai verificar se você é a vítima e fará a emissão do Laudo do Carro Falso.

– Compareça ao Detran do seu estado para comunicar o problema do carro clonado. Esteja com os documentos básicos em mãos. São eles: laudo de vistoria veicular, CRLV, CRV, fotos do veículo original e se possível, algum registro do veículo clonado. Ainda, é necessário apresentar documentos como RG e CPF. Vale lembrar que outros documentos também podem ser solicitados.

– Solicite uma vistoria de identificação veicular.

Por fim, confirmada a clonagem, o Detran solicitará a troca da placa do veículo, assim como a emissão dos novos CRLV e CRV.

Se acaso houverem multas do carro adulterado, ou pontuações na CNH em decorrência da clonagem, o proprietário do veículo original poderá recorrer junto ao órgão que aplicou a punição. De acordo com a Lei, cada órgão de trânsito tem responsabilidade sobre as multas que aplica.

Quero comprar um carro, como saber se ele é clonado?

Quem deseja adquirir um carro usado deve observar uma série de fatores antes de efetuar a compra. Alguns indícios podem indicar se o veículo é clonado, fique atento:

– Nos sites dos Detrans estaduais é possível obter uma declaração de “nada consta” do veículo. Além disso, também dá para conferir documentos roubados, furtados, extraviados e ainda, conferir a placa.

– Consulte o histórico. Pesquise se há pendências financeiras ou legais. Se houver, regularize a situação antes de fazer a compra.

– Desconfie de preços muito baixos. Contudo, vale lembrar que alguns criminosos não oferecem grandes descontos a fim de não levantar suspeitas.

– Sempre opte por comprar carro em lojas e agências conhecidas. Procure informações sobre a reputação do estabelecimento na internet e em sites de defesa ao consumidor.

– Peça os documentos originais.

– Suspeite quando o carro estiver em nome de terceiros. Além disso, transferir o dinheiro do pagamento para uma conta em nome de terceiros também pode ser indício de que algo está errado.

– Documentos em segunda via também devem ser checados.

– Verifique se a numeração do chassi nos vidros do carro está com alguma alteração. Além disso, veja se o número confere com o impresso nos documentos CRV e CRLV.

– Tente identificar possíveis retoques nos dígitos do chassi. Você pode, por exemplo, usar uma estopa molhada com removedor de esmaltes e vernizes. Aplique sobre os números. Se a tinta for removida com facilidade, pode desconfiar!

– Observe se há algum tipo de desgaste no arame de lacração.

– Peça ao vendedor o manual e a chave reserva. Se ele tiver, é um bom sinal.

– Também é bom verificar os dados de identificação do vendedor, solicitando que ele represente um documento válido.

Comprei um carro, mas descobri que ele é clonado

Se você caiu no golpe não está desesperado, é possível reverter uma situação.

Primeiramente, adquira uma delegacia para registro e ocorrência em seguida, registre uma situação no Detran para averiguação. Dessa maneira, será possível fazer a regularização do carro clonado desde que fique comprovado o consumidor que comprou o carro ou não tenha fé.

Alguns especialistas ainda orientam quem o comprador entre em um processo judicial contra o vendedor, pois em muitos casos é possível solicitar indenizações por danos morais e materiais.

Obviamente, uma clonagem de carros é ilegal! O contraventor deve responder por crime conforme o Artigo 311 do Código Penal Brasileiro.

 

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Brasil é premiado por ações no trânsito

A redução das mortes e acidentes de trânsito é uma luta constante. Embora ainda haja um grande número de ocorrências deste tipo, já temos o que comemorar. As ações no trânsito promovidas pelo Brasil foram premiadas, no último dia 23 em Nova York, com o Prêmio da Força Tarefa Interagências da Organização das Nações Unidas – ONU. A honraria vem em resposta às representativas quedas nas taxas de mortes em acidentes de trânsito registradas no país.

O prêmio é, segundo o governo, o reconhecimento à colaboração do Brasil para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs, que foram estabelecidos em 2015, com planos de ação em diferentes áreas, a serem executados até 2030.

Além de premiar as ações no trânsito, o prêmio da ONU também agraciou as ações do governo brasileiro no combate ao tabagismo. Houve uma queda de 40% na taxa de fumantes no Brasil, nos últimos doze anos.

Ações no trânsito salvam vidas

A premiação da ONU é um reconhecimento às políticas públicas e ações no trânsito desenvolvidas no Brasil. Assim, a escolha do Brasil pela ONU foi baseada em resultados positivos apresentados pelo país. Entre 2010 e 2017 foi registrada uma diminuição de 17,4 % no número de mortos em acidentes. O número de vítimas fatais passou de 42.844 para 35.374.

Mas é importante destacar que mesmo com números animadores ainda há muito o que ser feito. Direção segura, prudência e fiscalização são fatores primordiais para garantir que estas taxas continuem diminuindo.

Programa Vida no trânsito

O programa Vida no Trânsito, criado em 2010, também foi agraciado pelo prêmio oferecido pela Organização das Nações Unidas. A principal meta desta ação é reduzir em 50% o número de óbitos em acidentes de trânsito até o ano de 2020.

Assim, são desenvolvidas e aplicadas diversas ações no trânsito. A fim de atingir seus objetivos, o Ministério de Saúde, em parceria com Estados e Municípios, executa diversas atividades, por exemplo, intervenções na engenharia do trânsito, fiscalizações, campanhas educativas e ações de atenção às vitimas de acidentes.

Implantado em 26 capitais e em outros 26 municípios, o programa Vida no Trânsito abrange uma população de aproximadamente 50,6 milhões de habitantes e segue auxiliando os governos municipal, estadual e federal na adoção de medidas de prevenção de acidentes e redução de óbitos no trânsito.

As cidades que mais se engajaram na execução do programa apresentaram redução superior a 40%, dentre elas:

  • Aracaju, com redução de 55,8%.
  • Porto Velho – 52%
  • São Paulo – 46,7%
  • Belo Horizonte – 44, 7%
  • Salvador – 42,7%
  • Maceió – 41,9%

Índices melhoram, mas ações no trânsito devem continuar

Embora os indicativos mostrem redução nas mortes em acidentes de trânsito, ainda há muito o que ser feito para melhorar a segurança no trânsito no Brasil.

De acordo com relatório publicado pelo Conselho Federal de Medicina, CFM, a cada uma hora, cinco pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.

Ainda segundo o Conselho, um balanço feito separadamente, revela que houveram cerca de 1,6 milhões de feridos em acidentes nos últimos 10 anos. A saber, este número de acidentes custou quase três bilhões de reais ao Serviço único de Saúde, o SUS. As informações são do portal G1.

Além disso, conforme dados obtidos pelo jornal O Globo, por meio da Lei de Acesso à Informação, após o desligamento dos radares nas rodovias federais, os acidentes graves registraram um leve aumento. A taxa de acidentes com mortos ou feridos tiveram uma alta de 2% entre janeiro e julho deste ano.

Sobre o perfil dos acidentados dos últimos dez anos, ainda conforme o CFM, quase 80% das vítimas era do sexo masculino. Em relação à faixa etária, 60% dos casos envolveram pessoas com idade entre 15 e 39 anos.

Dicas para aumentar a segurança no trânsito

Além das ações no trânsito já vigentes, existem outras formas de se evitar acidentes nas ruas, vias e estradas brasileiras. Lembrando que todas tem a mesma base: prudência. Seja responsável com a sua vida e a dos outros, e faça uma viagem tranquila!

  • Primeira regra de ouro: use o cinto de segurança, sempre! Pessoas sem cinto geralmente são arremessadas em casos de acidentes. Segundo alguns dados, tem cinco vezes mais chances de morrer do que quem não é ejetado.
  • Respeite os limites de velocidade.
  • Mantenha a distância de segurança com o veículo da frente.
  • Nunca use o celular quando estiver ao volante. A distração ao falar, ver redes sociais ou enviar uma mensagem aumenta em 400% a chance de acidentes.
  • Faça manutenção preventiva do veículo.
  • Nunca assuma ou volante esteja sob o efeito de álcool. O álcool altera os reflexos, concentra e diminui a coordenação motora.
  • Esteja sempre atenta à sinalização e ao uso das luzes

Se cada um fizer sua parte, o trânsito será mais seguro para todos! E para aumentar a segurança, conheça como vantagens da proteção veicular para seu carro. Entre em contato com o Lions e faça uma cotação.

 

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Proteção veicular para carros de aluguel

Também conhecidos como carros de aluguel, os veículos que geralmente são destinados a serviços de taxi ou transporte por aplicativo, merecem destaque quando falamos de proteção veicular. Afinal, seu carro, que tem finalidade comercial, está suscetível aos mesmos incidentes que os outros veículos: acidentes leves ou graves, panes no meio da rua, batidas com outros carros, furtos, assaltos, entre outros.

Além disso, Infelizmente, vemos com frequência notícias sobre taxistas e motoristas de apps que são surpreendidos por pessoas mal intencionados quando atendem ao chamado de um passageiro.

Deste modo, caso aconteça algo ruim, se você não estiver protegido, terá que arcar não somente com os custos de reparo, mas também com o prejuízo pelos dias em que ficará sem trabalhar.

Por mais que você adote uma direção defensiva, não dá para prever a ação de outros condutores imprudentes. Portanto, se você trabalha com transporte de passageiros, e quer preservar sua ferramenta de trabalho, precisa conhecer as vantagens da proteção veicular para carros de aluguel.

Por que aderir a proteção veicular para seu carro de aluguel?

Diferente das seguradoras, que geralmente não aceitam este tipo de carro ou encarecem o valor do seu seguro, as associações saem na frente, pois não tem tarifas diferenciadas para proteger carros de aluguel.

A associação de proteção veicular também não se baseia em análise de perfil de motorista e nem faz consulta ao SPC e Serasa, garantindo os serviços independente do condutor. Basta que ele seja devidamente habilitado e que não dirija sob efeito de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes.

Além disso, a forma de pagamento das associações costuma ser bem mais vantajosa e facilitada, pois o associado paga um baixo valor mensal e não o valor do plano integral.

Outra vantagem da proteção veicular é a possibilidade de se fazer um plano personalizado, para atender as necessidades e o bolso de cada motorista individualmente, diferentes das seguradoras que oferecem plano padrão.

Mais econômico, cerca de 40% a menos que uma seguradora comum, e menos burocrático, a proteção veicular agrega todas as necessidades do motorista e oferece uma ampla cobertura e benefícios para carros de aluguel, dentre os quais:

  • Proteção 24 horas
  • 100% tabela FIPE na avaliação
  • Roubo e furto
  • Colisão
  • Incêndio
  • Fundo para terceiros
  • Fenômenos da natureza, como por exemplo, chuvas fortes, granizo, queda de árvore, enchente, etc.
  • Reboque
  • Carro reserva
  • Rastreamento e monitoramento.

Segurança dos passageiros de carros de aluguel

Inegavelmente os aplicativos de transporte de passageiros tem ganhado cada vez mais força no Brasil. Oferecer o serviço de carro de aluguel é uma alternativa de renda extra, bom para os motoristas e igualmente benéfico para os passageiros, que podem contar com mais opções de transporte para driblar os problemas de mobilidade urbana, que são muitos!

Contudo, se você é motorista de aplicativo, precisa ficar atento a algumas questões. É fundamental que você esteja inserido em algum serviço de proteção. É uma determinação de apps como Uber, Cabify e 99. Isto porque estes apps precisam garantir a segurança dos usuários dos seus serviços.

O Uber, por exemplo, já oferece o seguro de acidentes pessoais para passageiros, conhecido como seguro APP, que é obrigatório. Esta medida é para indenizar possíveis danos físicos e materiais sofridos pelos usuários do aplicativo.

Contudo, esse seguro só cobre casos de acidentes em que os passageiros sofram algum dano, e não é dada nenhuma cobertura ao veículo ou a terceiros. Por isso e por estar mais exposto a incidentes, é preciso que o driver de aplicativos tenha uma cobertura mais ampla.

Como já foi dito anteriormente, como as seguradoras tradicionais cobram valores bem mais altos para carros de aluguel, pois julgam que é um perfil de maior risco, já que tem uso comercial.

Isso faz com que a proteção veicular seja a alternativa perfeita para os profissionais que dependem do carro para trabalhar e não podem pagar valores altos pela segurança.

Proteção veicular atende público ignorado pelas seguradoras

Como já sabemos, a proteção veicular é a melhor opção para motoristas de táxi e aplicativos de transporte de passageiros, pois contempla as exigências deste público sem cobrar nada a mais.

O baixo custo, a versatilidade e a menor burocracia de proteção veicular vêm de encontro nesta nova demanda de mercado, e muitas vezes não são atendidas pelas seguradoras. Estimativas recentes apontam que há cerca de 57 milhões de veículos rejeitados por seguros automotivos. Além disso, também é grande o número de seguranças inaceitáveis ??que podem sofrer restrições de registro devido ao CPF negado.

Em contrapartida, o mercado de proteção automotiva no Brasil tem mais de 5 milhões de associados já beneficiados.

Por tudo isso, é importante que você confie seu carro a uma associação de proteção veicular de confiança. A Lions pode te ajudar. Atualmente, temos mais de 80 mil associados em todo o Brasil.

Além de proteger seu bem, também oferece diversos benefícios. Trabalhe com tranquilidade, garanta a sua segurança e seus passageiros. Faça uma sua cotação e proteja seu carro!

 

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Suspensão dos radares móveis em rodovias federais – Saiba o que muda

No dia 15 de agosto de 2019 foi determinado pelo presidente da república, uma suspensão do uso de radares móveis nas rodovias federais, como “BRs”. Três modelos de radares móveis suspensos, são eles:

  • Estáticos: instalados em veículos parados ou suportes.
  • Móveis: instalados em veículos em movimentos.
  • Portáteis: direcionado manualmente aos veículos.

Após sua publicação no “Diário Oficial da União”, o caso foi passado para o Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). No mesmo dia, o PRF solicita aos seus servidores que a decisão seja cumprida imediatamente.

Por que motivo os radares móveis foram suspensos?

Segundo presidente da república, Jair Bolsonaro, essa medida foi tomada para evitar o “desvio de caráter educacional” e “a utilização meramente arrecadatória dos aparelhos”.

Contudo, o ministro da Infraestrutura afirma que uma nova resolução para o uso dos equipamentos está praticamente formatada.

No entanto, alguns especialistas criticam essa retirada dos radares móveis das rodovias federais. Segundo Celso Mariano, especialista em trânsito, essa suspensão pode induzir os motoristas a dirigirem acima do limite de velocidade da via e indicado. “Sabendo que não há fiscalização, uma tendência é que corram mais”.

Mas os radares podem realmente ajudar a evitar acidentes?

Segundo um estudo feito na Europa e nos Estados Unidos, sim!

O Instituto de Seguros para Segurança nas Rodovias (IIHS), apontou em 2014 que a instalação de radares causou uma mudança de longo prazo no comportamento dos motoristas e a “redução substancial” de mortes e ferimentos no comando de Montgomery, nas áreas de Washington, nos Estados Unidos Unidos.

Nos primeiros 6 meses de uso dos radares, houve uma redução da proporção de motoristas que dirigiam a menos de 16 km / h acima do limite nas ruas onde as câmeras foram instaladas. Na área residencial, onde a velocidade varia entre 40 e 56 km / h, o risco de mortes ou ferimentos incapacitantes ou diminui em 39%.

Uma Escola de Economia e Ciência Política de Londres (LSE) obteve resultados semelhantes com o instituto norte-americano. Foram analisados ??pela universidade britânica cerca de 2,5 mil pontos monitorados, baseados em órgãos locais e no Departamento de Transporte (DFT).

Os dados de 1992 a 2016 revelam que, durante o período de número de acidentes, os países caíram até 39%, enquanto o número de mortes caiu até 68% no período de 500 metros dos novos radares de velocidade utilizados.

Contudo, a cerca de 1,5 km de câmeras, os acidentes voltam a ocorrer. Por esse motivo ou o estudo sugere que a área de cobertura seja maior pela fiscalização.

Mas e o dinheiro arrecadado com as multas, para onde deve ir?

Segundo o artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a arrecadação de anúncios será aplicada, exclusiva, em sinalização, engenharia de tráfego, campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.

As multas nas estradas federais

Não foi especificado pelo PRF ou o número de multas aplicado por radares móveis nas rodovias, mas eles informam que em 2018, 7,3 milhões de motoristas foram autuados nas rodovias federais, independente do método de fiscalização e do tipo de multa.

Mais de 4,8 milhões foram multiplicados por rodar acima da velocidade máxima da via. Possui 4,8 milhões, 83% estavam dirigindo até 20% mais rápido que é permitido cometer uma infração média com penalidade de R $ 130,60. Os outros 15,3% estavam entre 20% e 50% acima da velocidade máxima da via.

O balanço ainda contém menos de 78 mil motoristas sinalizados pelo PRF rodando em velocidade 50% superior ao permitido. Essa infração é considerada gravíssima, com 7 pontos na CNH e multa de R $ 880,00, além da suspensão imediata do direito de dirigir e apreender o documento de habilitação.

E você, o que acha dessa suspensão? Conta pra gente.

Dica do Lions: Ainda não é permitido ultrapassar ou limitar a velocidade permitida nas vias públicas e rodovias, é considerado descumprimento do Regulamento de Trânsito ou Acarreta à perda de proteção veicular dos associados, caso ocorra ou acidente.

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Alteração da pontuação da CNH: saiba o que muda

A alteração da pontuação da CNH é uma das principais medidas presentes na proposta do governo que visa alterar diversos pontos do Código Brasileiro de Trânsito. O projeto de Lei (PL), apresentado no dia 4 de junho deste ano, foi encaminhado pessoalmente pelo presidente da república a Câmara dos Deputados e está em processo de análise por meio de uma comissão especial.

Se aprovado, o projeto provocará importantes mudanças na CNH e nas leis de trânsito. A alteração da pontuação da CNH, um dos pontos mais polêmicos, propõe o aumento de 20 para 40 pontos, acumulados no período de 1 ano, para a suspensão da CNH. Além disso, para motoristas profissionais, também haverá aumento do limite de pontos. O projeto prevê que o condutor participe de curso de reciclagem ao acumular 30 pontos em 12 meses, e não mais 14 pontos como é atualmente.

Alteração da pontuação da CNH divide opiniões

Contudo, esta proposta não é uma unanimidade. Conforme alguns especialistas em segurança viária, a alteração da pontuação da CNH de 20 para 40 pontos pode beneficiar motoristas infratores. Afinal, eles precisarão do dobro de pontos exigidos hoje para terem a CNH suspensa. Assim, os condutores imprudentes, possivelmente, podem cometer mais infrações no período de doze meses e o pior, colocando em risco a própria vida e a vida de pedestres.

Há também quem defenda que o grande problema não é o número de pontos limite, mas sim, a distribuição dos pontos. Qualquer mínima infração, como por exemplo, não transferir o documento no prazo de 30 dias, é pontuada. Em outros países que utilizam sistema de pontos semelhante, os condutores só perdem pontos quando cometem infrações gravíssimas e que colocam a vida em risco, como dirigir embriagado e avançar sinal vermelho.

Grande parte da população também não aprova. De acordo com pesquisas, cerca de 41% ou seja, menos da metade da população ouvida, é a favor do aumento de 20 para 40 pontos.
Vale lembrar que cerca de 37 mil pessoas morrem em acidentes por ano no país, o que equivale a uma morte a cada doze minutos. Atualmente o Brasil é o país com o maior número de mortes em acidentes de trânsito na América do Sul.

No início deste ano, em média, 52 motoristas por dia perderam a Carteira Nacional de Habilitação na grande BH, após cometerem infrações que somaram os 20 pontos vigentes. Este número corresponde a 81% de todas as CNHs suspensas na região.

Principais pontos do Projeto de Lei 3267/19

Além da alteração da pontuação da CNH, o projeto de Lei 3267/19, que visa alterar o Código de Trânsito Brasileiro, apresenta uma série de mudanças significativas. Veja outros pontos:

  • A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) será válida por 10 anos, o dobro da validade atual que é de 5 anos.
  • Fim do exame toxicológico para a renovação de carteira de condutores de veículos de transporte de cargas, de passageiros e que tenham unidade acoplada, como, por exemplo, trailer, reboque e ônibus.
  • Diminuição da infração para motociclistas com capacete sem viseira ou óculos de proteção ou que transportem passageiros sem estes itens de proteção.
  • Revogação do item que prevê a cassação da habilitação do condutor condenado judicialmente por delito de trânsito.
  • Desativação dos radares de velocidade em rodovias federais.
  • Mantém a obrigatoriedade da cadeirinha para crianças, mas acaba com a multa para quem a descumpre. A infração passará a ser punida com advertência por escrito. Atualmente, é considerada infração gravíssima. A saber, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o uso de cadeirinhas e dispositivos de segurança diminuem em 70% as mortes em bebês e entre 54% e 80% das mortes em crianças.
  • Quem trafegar em rodovias durante o dia com os faróis desligados, também não será punido com multa. A PL prevê o uso de faróis apenas em rodovias de faixas simples. Neste caso, quem andar com faróis apagados cometerá infração leve.
  • O prazo de renovação da carteira nacional de habilitação de idosos com mais de 65 anos passa de três para cinco anos.
  • A PL também acaba com o prazo de 15 dias para que candidatos reprovados nos exames teóricos ou práticos possam refazer os testes.

O que pensa a população sobre as mudanças?

O afrouxamento das leis de trânsito propostos pela PL parece não agradar a maioria dos brasileiros. Segundo pesquisa publicada pelo Datafolha, 56% das pessoas ouvidas são contra as novas medidas.

Os pontos com maior taxa de rejeição foram:

– desativação dos radares nas rodovias – 67% é contra

– fim da punição de condutores que fazem o transporte de crianças e bebês sem a cadeirinha e outros dispositivos de segurança – reprovação de 68%

Entidades como a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego – Abramet e a Sociedade Brasileira de Atendimento Integrado ao Traumatizado (SBAIT) manifestaram publicamente sua preocupação com as possíveis alterações nas leis de trânsito propostas pelo governo, sem embasamento técnico que comprove que estas alterações não oferecerão riscos.

 

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