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Fui multado no provisório e agora?

Se você é um motorista recém-habilitado, que foi multado no provisório e não sabe o que fazer, esse artigo é pra você.

É muito comum surgir dúvidas a respeito do documento provisório, também chamado de PPD (Permissão para Dirigir), ainda mais quando se trata de infrações de trânsito. Acontece que muitos motoristas têm medo de não conseguirem a carteira de habilitação definitiva.

Mas não precisa se preocupar nem ter medo de dirigir com a CNH provisória. A seguir, vamos explicar tudo o que acontece caso você seja multado no provisório. Mas primeiro, vamos falar das situações que podem acarretar essas multas.

 

Quando eu posso ser multado no provisório?

O motorista que acabou de adquirir sua habilitação não tem experiência no trânsito e por isso precisa ser testado. Podemos dizer que a CNH provisória é uma espécie de período de experiência e compreende o prazo de 12 meses.

O Código de Trânsito determina que o condutor que está no provisório não poderá cometer nenhuma infração considerada grave ou gravíssima.

Além disso, não poderá ser reincidente em infração média. O que isso significa? Isso quer dizer que o motorista não pode cometer qualquer infração média mais de uma vez dentro desses 12 meses.

De acordo com a Lei, o motorista que estiver no provisório só pode cometer multas leves e uma única multa média. Caso contrário não pegará o seu documento definitivo.

Quais infrações não posso cometer?

Abaixo listamos alguns exemplos de infrações que o motorista não pode cometer no provisório:

  • Estacionamento rotativo;
  • Ser flagrado sem o cinto de segurança (vale para o banco do carona e para os traseiros);
  • Usar o celular;
  • Fazer retorno proibido;
  • Rebaixar o veículo ou fazer alterações nos faróis sem previa autorização do (RCVA) Centro de Registro de Veículos Automotores;
  • Exceder os limites de velocidade, dentre várias outras.

CNH provisória: Quais cuidados tomar

Para não ser multado no provisório, há algumas precauções importantes que precisam ser tomadas pelo motorista.

Registro de veículos – é preciso tomar bastante cuidado com os veículos registrados em seu nome. Principalmente quando você empresta o veículo para amigos ou familiares. Isso porque se eles cometerem alguma infração de trânsito com o seu veículo e você deixar de fazer a indicação em nome do condutor que realmente cometeu a infração, você acaba assumindo a pontuação. Assim, você corre o risco de não conseguir pagar sua CNH definitiva.

Prazo de transferência do veículo – Caso você compre um carro seminovo no provisório, fique atento ao prazo de transferência do veículo para o seu nome. Se transcorrerem 30 dias do preenchimento do DUT (Documento único de Transferência), sem ser feita a transferência, será gerada uma multa grave em seu nome.

Pagamento do Licenciamento – para não ser multado no provisório, o motorista também deve prestar atenção no pagamento do CRLV (Registro e Licenciamento de Veículo) dos veículos que ele possui. Se o licenciamento estiver vencido e você for abordado por agentes no trânsito, a multa gerada será gravíssima.

O melhor a se fazer é respeitar as regras de trânsito e os limites de velocidade.
Dirigindo com responsabilidade e tomando cuidados mencionados, você evita ser multado no provisório, garantindo, assim, o seu documento definitivo.

Fui multado no provisório e agora?

O parágrafo 4º do artigo 148 do Código de Trânsito Brasileiro diz que o motorista que cometer infração grave, gravíssima ou mais de uma média, terá a permissão cassada.

O motorista infrator, por sua vez, terá de ficar dois anos sem dirigir e precisará passar novamente pela autoescola e refazer os exames. Que nem todo mundo sabe é que é possível converter a multa em advertência.

Para isso você precisa requerer ao órgão atuador que faça o registro de uma advertência por escrito, em vez de aplicar a multa.

Mas atenção, isso não serve para todos os tipos de infrações. Apenas para as multas leves e médias, conforme o artigo 267:

“Art. 267. Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito à infração de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência como mais educativa.”

Nesse caso, uma solicitação deve ser feita antes da penalidade ser aplicada, logo após a notificação de autuação.

Agora, se você entender que foi multado no provisório injustamente, terá a opção de executar junto aos órgãos de trânsito. Mas, se os recursos administrativos forem negados, você também receberá um retorno ou um processo de habilitação zero.

Como você deve notar, ser multado no provisório não pode causar efeito prático, mas também pode deixar mais longe de realizar ou desejar dirigir. Tudo vai depender da natureza da infração e do risco que ela representa.

Portanto, para não perder o direito à sua habilitação definitiva, é fundamental ter cautela e prudência. Além de respeitar como leis de trânsito, como já recomendamos antes.

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Velocidade nas vias: entenda os limites permitidos

O desrespeito aos limites de velocidade nas vias é uma das infrações mais cometidas pelos motoristas brasileiros. Além disso, infrações por excesso de velocidade estão entre as principais causas de acidentes graves no trânsito.

Por isso, nesta postagem vamos esclarecer as principais dúvidas sobre velocidade nas vias.

Velocidade nas vias: quais são os limites?

O artigo 61 do CTB (Código de Trânsito Brasileiro) estabelece a velocidade máxima permitida para cada via de acordo com o tipo da mesma. Os critérios levados em consideração são: o fluxo, o tipo de veículo que circula no local, as características da pista e o movimento de pedestres. Os limites de velocidade estipulados no Brasil são:

Em vias locais – ruas pequenas, com cruzamentos sem semáforo, pouco fluxo de trânsito e utilizadas normalmente para circulação local: 30 km/h

Em vias coletoras – ruas que permitem o acesso e saída das vias arteriais, geralmente com semáforos e que permitem a circulação dentro de uma região da cidade: 40 km/h

Em vias arteriais – avenidas com semáforos, cruzamentos e grande fluxo de trânsito, que ligam regiões de uma cidade: 60 km/h

Em estradas – vias não pavimentadas (terra, ferro, calçamento de pedras): 60 km/h

Em vias de trânsito rápido – ruas com diversas faixas, sem semáforos, sem trânsito de pedestres e com grande extensão: 80 km/h

Em rodovias – para automóveis, caminhonetes e motos em rodovias pavimentadas e asfaltadas: 110 km/h. Os demais veículos devem seguir a 80 km/h

Agora que você já sabe quais os limites de velocidade nas vias do Brasil, vamos falar de outro ponto importante: a velocidade mínima permitida.

Como já falamos anteriormente, o excesso de velocidade é uma das infrações mais cometidas pelos motoristas, mas você sabia que trafegar muito devagar também pode ser perigoso? É por isso que as vias também têm uma velocidade mínima a ser respeitada. Falaremos disso adiante.

Velocidade nas vias: qual é o limite mínimo?

As placas de sinalização costumam informar sobre a velocidade máxima permitida em uma via. Contudo, o mesmo não acontece quando se trata de velocidades mínimas. Então, como saber dessas informações? A resposta para essa pergunta é: conhecer as leis de trânsito.

Segundo a legislação atual, o mínimo permitido para a velocidade nas vias é sempre a metade da velocidade máxima permitida. E neste caso não há diferença entre os tipos de via. Logo, a regra vale para rodovias, vias rápidas, arteriais, coletoras ou locais.

Por exemplo, se você trafega por uma estrada cuja velocidade máxima permitida é de 110km/h, a velocidade mínima é 55km/h.

Desrespeitar a velocidade nas vias é infração de trânsito

Dirigindo acima da velocidade máxima

Dirigir acima da velocidade permitida é muito arriscado e pode provocar acidentes fatais. Isso porque acionando os freios em alta velocidade, o carro levará mais tempo espaço até parar.

Além do mais, ambas as situações configuram infrações de trânsito, acarretando multas e penalidades. As multas por excesso de velocidade possuem três valores distintos de acordo com o limite excedido. Confira abaixo:

Até 20% do limite permitido: infração média – 4 pontos na carteira e multa de R$130,16.

De 20% até 50% do limite permitido: infração grave – 5 pontos na carteira e multa de R$195,23.

Acima de 50% do limite permitido: infração gravíssima – 7 pontos na carteira mais suspensão imediata do direito de dirigir, além de multa de R$880,41 (devido ao fator multiplicador por três).

Dirigindo abaixo da velocidade mínima

Trafegar abaixo do limite mínimo de velocidade nas vias atrapalha o trânsito e obstrui o tráfego. Essa é uma prática que também representa um risco muito grande de acidentes. Chega a ser mais perigoso, principalmente quando a redução é feita de repente e o motorista que está atrás não tem tempo hábil para reagir de forma adequada.

Resumindo, a diferença de velocidade entre um carro e outro pode aumentar o risco de colisões traseiras. Portanto, só dirija em baixa velocidade na faixa da direita, conforme determinado pelo código nacional de trânsito.

Trafegar abaixo da velocidade nas vias também é uma infração de trânsito de gravidade média que rende 4 pontos na carteira  e implica em multa de R$ 130,16.

Essas infrações relacionadas à velocidade nas vias são detectadas por meio de radares de velocidade. Os radares são aparelhos eletrônicos que têm a função de identificar a velocidade dos veículos.

Os radares podem ser fixos ou móveis. Os fixos possuem sensores magnéticos, que são inseridos no asfalto, a pouca distância um do outro.  Assim, é possível calcular o tempo que o veículo leva para passar entre os sensores e detectar a velocidade trafegada. Os sensores são programados com o limite de velocidade das vias. Caso o veículo desrespeite esse limite, uma câmera presente no radar é acionada pelos sensores e registra uma imagem do automóvel, captando o seu modelo e placa.

Já os radares móveis, são capazes de identificar a velocidade dos veículos através de ondas magnéticas, que são emitidas na direção do veículo, permitindo saber a sua velocidade.

Agora você já está por dentro dos limites de velocidade nas vias. Antes de tudo, é importante entender que, trafegar acima da velocidade máxima ou abaixo da mínima permitida, coloca a sua vida e a de outras pessoas em perigo. Por isso, respeite as leis de trânsito e dirija com segurança.

Confira nossas 7 dicas de trânsito seguro.

Cuidados com o carro no frio

Dicas de cuidados com o carro no frio

Com a chegada do inverno, não é só nós que precisamos de cuidados especiais. Por conta das temperaturas baixas, nos prevenimos para evitar gripes, resfriados e doenças respiratórias.

O carro no frio precisa de uma dedicação para que não haja problemas futuros, a partir da hora de dar a partida ou até mesmo ficar no trânsito parado e ter uma pane desconhecida. Os carros no inverno precisam de cuidados que você nem imagina.

Além disso, em temperaturas baixas, o motor não trabalha da mesma forma que nos períodos quentes e pode ter danos. Pode haver estragos na bateria e na ignição de motores flex. E acreditem, eles contribuem para nossa segurança.

Veja algumas dicas de cuidado com o carro no frio.

  • Manter sempre o reservatório de gasolina cheio

Motores de carros flex, que funcionam com álcool e também com gasolina, contem um reservatório de gasolina que facilita na hora de dar partida no carro. Contudo, se ele estiver vazio ou com pouco combustível, o carro pode demorar a ligar numa manha muito fria ou se ele ficar muito tempo parado sem uso.

Porém, é importante mantê-lo sempre abastecido com gasolina aditivada, que é mais qualificada e ainda ajuda na ignição o motor. Esse reservatório, não usará nem um litro de gasolina.

  • Bateria

O carro no frio, naturalmente, tem um desgaste maior na bateria. O equipamento precisa de uma amperagem alta para funcionar e em baixas temperaturas fica comprometida a capacidade de armazenamento.

Contudo, mesmo que você não saia com o veiculo, ligue pelo menos o motor, uma vez por dia, pelo menos 10 minutos e levemente acelere. Isso ajuda a bateria não descarregar e preserva um pouco mais a vida útil.

  • Pneus sempre calibrados

Porém, não é só os outros itens do carro no frio são afetados. Os pneus, por conta da temperatura fria, sua pressão diminui e podem ficar um pouco murchos. Atente-se, com isso aumenta o consumo de combustível e seus gastos. Sempre se certifique que sua calibragem está de acordo da fornecida pelo fabricante.

Além disso, por conta do mau tempo as estradas e as ruas ficam mais úmidas, se o pneu estiver careca, o risco de derrapagem é maior.

  • Para-brisas – Palhetas de limpeza

O carro no frio tende que as palhetas se ressequem com mais facilidade, por serem feitas de borracha. Por isso, o ressecamento influencia diretamente na limpeza dos vidros, causando riscos e sujeiras.

É aconselhada a troca das palhetas de três em três meses. Esse período varia de fabricante pra fabricante, antes de fazer a troca consulte.

  • Reservatório de água dos para-brisas

A neblina no inverno carrega muita sujeira para o carro no frio. Por isso, é importante que o reservatório de água esteja sempre cheio, misturado, de preferência, com um detergente próprio, que auxilia com mais eficiência na limpeza.

Outras dicas para cuidados com o carro no frio

  1. Mesmo no inverno, o ar condicionado deve ser ligado. Mantê-lo funcionando, por poucos minutos, para evitar que comprometa seu funcionamento;
  2. A tampa do capô, ao fechar, solte-a ao menos com cerca de um palmo de altura. Evite pressionar até o fim para não amassar a lataria;
  3. Os pneus devem ser calibrados sempre com as medidas indicadas pelo manual;
  4. Evite excesso de peso ao viajar, isso afeta no consumo de combustível;
  5. Faça, regularmente, a revisão do veiculo para antecipar os problemas;
  6. Mantenha seu carro protegido, não se esqueça de fazer uma proteção veicular.

Nossas dicas te ajudaram a esclarecer dúvidas sobre os cuidados com o carro no frio?

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Como transportar crianças com segurança

Transportar crianças com segurança – Uma coisa pode ter certeza: crianças adoram passear de carro durante o final de semana e sempre a diversão toma conta. Porém, devemos lembrar que é responsabilidade do motorista garantir a segurança deste passeio e saber como transportar crianças no carro é fundamental, tanto para elas quanto para os outros ocupantes do veiculo.

Na década de 90, muitos pais devem lembrar que os passeios eram feitos com as crianças sentadas no banco de trás, sem nenhuma proteção. Os equipamentos só passaram a ser exigidos em 97 pelo Código Brasileiro de Trânsito.

Mesmo com toda essa segurança atualmente exigida, no Brasil, pelo menos duas crianças morrem por dia em acidentes de trânsito.

O respeito à lei não é apenas burocracia legal, é a segurança da sua família que está em jogo, por isso, é muito importante conhecer as leis, normas e ter consciência.

Quer saber como transportar crianças de forma correta e segura? Separamos algumas dicas:

A lei determina que crianças inferiores a 10 anos estejam sempre no banco traseiro, com equipamentos compatíveis com idade e peso. Dispositivo este, que são fundamentais para evitar, em caso de acidente, a criança seja arremessada para fora do veiculo.

Além disso, diminui a chance de danos à coluna vertebral e cabeça. Ajudando também a desacelerar o corpo no momento da colisão.

Lembrando que, transportar crianças, menores de 10 anos, sem os dispositivos necessários é infração gravíssima, gerando multa de 7 pontos na carteira do condutor.

Contudo, as leis do CONTRAN permanecem as mesmas, o que muda, são os equipamentos de acordo com peso e idade da criança a ser transportada.

Um dado importante: ao transportar crianças devidamente, ela tem 71% de sobreviver a um acidente de carro.

O que não deve fazer ao transportar crianças no carro

Muito criticado, o cinto de segurança foi projetado para ser usado em pessoas adultas, com no mínimo 1,45m e altura. Por isso, transportar crianças apenas com este dispositivo gera multa e perda de pontos na carteira.

O cinto de segurança para os bebês e crianças é grande demais e não consegue desempenhar a função para a qual foi criado, com eficiência e tornam-se incômodos para os pequenos. Em caso de colisão, as crianças podem ser arremessadas do carro por não estarem devidamente seguras, ou podem sofrer contusões graves provocadas pelo mau uso do equipamento.

O colo não é uma opção segura para transportar crianças. Em caso de acidente, é impossível segurá-los corretamente. É muito comum, e errado, dividir o cinto de segurança com uma criança. O peso do adulto tende a esmaga-la contra a parte da frente do veiculo, caso colida.

Então como transportar crianças com segurança?

Dividida em três categorias, as cadeirinhas, e são exigidas pelo Código Brasileiro de Trânsito. Conheça:

  • Bebê-conforto: para crianças de 1 ano de idade com até 10 kg. Deve ser posicionado de forma que a criança fique olhando para trás do veiculo, evitando lesões no pescoço em caso de batida frontal.
  • Cadeirinha: crianças de 1 e 4 anos passam a usar o assento virado para a frente do veiculo.
  • Assento de elevação: acima de 4 anos, a criança passa a usar este assento que a deixa na altura do cinto de segurança. Só deve ser utilizado caso a criança já tenha o tamanho suficiente para que o cinto não fique próximo ao pescoço.

Qual comprar?

O mercado oferece vários tipos de modelos, por isso, é necessário que avalie a idade e o peso da criança pra escolher o ideal. Não se esqueça do conforto do pequeno.

É muito importante sobre transportar crianças no carro é: selo do Inmetro. Garante a procedência e a segurança do transporte das crianças.

Dica: antes de começar o passeio, certifique-se que todos os passageiros estão devidamente em seus lugares e usando seu dispositivo de segurança bem colocado e ajustado.

Bebês e crianças só devem ser retirados das cadeirinhas ou de seus assentos após a chegada ao destino, com o carro desligado e , por último, sempre ler o manual do fabricante, nele existem informações importantes para a utilização do produto.

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Sensor de ponto cego: Como funciona e os benefícios

Sensor de Ponto Cego – Todo motorista sabe que deve ter cuidado ao dirigir e que nem sempre conseguimos visualizar o que ocorre ao lado ou por detrás do veículo. Porém, foi criada uma tecnologia chamada sensor de ponto cego que promete ajudar a diminuir os riscos.

Como funciona?

A ideia é evitar os problemas causados por falta de visibilidade nos espelhos. Contudo, diminuiu a chance de colisão, ajudando assim em manobras mais precisas aumentando seu campo de visão.

Por meio de uma pequena luz, que é acesa no espelho retrovisor, ela avisa ao condutor se há ou não algum objeto ou veículo se aproximando fora do teu campo de visão.

São dois leds no sensor de ponto cego, que piscam nas cores verde, quando não há obstáculos, e vermelha, alertando a presença de outros corpos. Um aviso sonoro também é emitido quando detecta algo, por isso, evita-se uma colisão, mesmo que o motorista não veja o objeto.

Como evitar o ponto cego?

É importantíssimo posicionar os espelhos adequadamente, independentemente se você contar ou não com o sensor, para evitar problemas.

Portanto, considere que o sistema que estamos abordando neste post é complementar às capacidades do motorista. Portanto, é fundamental evitar riscos.

Para isso, tenha sempre em mente que o ponto cego é sempre lateral e traseiro. Por isso, é essencial que o motorista regule bem os bancos, retrovisores, pedais para que o corpo esteja bem posicionado e as costas bem apoiadas no encosto.

Seguindo essas dicas, você aumenta a sua visibilidade e diminui a chances de colisões. Contudo, um sensor de ponto cego é uma tecnologia importante e que traz uma diferença no seu carro.

Depois de conhecer melhor sobre o sensor de ponto cego, aproveite e veja 5 itens que são obrigatórios nos automóveis e conhecer as outras tecnologias.

Os benefícios de ter um sensor de ponto cego, listamos a seguir.

Quais as vantagens de ter um sensor?

As vantagens de se adquirir um carro com sensor de ponto cego ou instalar um, estão ligadas ao conforto e a segurança do motorista.

Além disso, facilita as manobras para estacionar, nas ultrapassagens e reduz o índice de acidentes.

Os atropelamentos, infelizmente, ainda são comuns e causados por falta de atenção ou de visão. É muito comum, dentro de garagens, por falta de visibilidade.

Para veículos utilitários e os com pouca visibilidade traseira, o sensor de ponto cego é uma ferramenta válida para diminuir esses incidentes.

Conhece algum modelo de veículo com sensor de ponto cego?

O condutor que opta por um carro com esse acessório, vai encontrar diversos modelos e preços em lojas especializadas.

Os fabricantes de sensor de ponto cego, no Brasil, oferecem sistemas de 4 pontos ou 8 pontos.

Além disso, no mercado brasileiro, os modelos mais comuns estão os sensores com sinais sonoros. Quando o veículo se aproxima de um obstáculo, o motorista é avisado a partir de “bips”, que vão se tornando mais intensos com a aproximação do objeto.

Existe também o sensor de estacionamento que conta com um display, instalado no painel do veículo, no qual o motorista pode ver a distância e a direção dos obstáculos mais próximos.

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