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Dicas Automotivas

Tranquei a chave dentro do carro, e agora?

Às vezes nos distraímos e cometemos alguns pequenos erros como, por exemplo, esquecer a chave dentro do carro. Depois pode até ser engraçado, mas na hora em que esse tipo de acidente acontece pode ser um pouco desesperador, afinal, não podemos entrar no nosso próprio carro!

Tentar abrir o carro sem chave pode ser bem difícil e cansativo, mas tem jeito! O primeiro passo e mais importante é manter a calma na situação. Respire fundo, pois só assim será capaz de raciocinar e encontrar uma solução.

Para a alegria dos distraídos, existem várias maneiras de abrir a porta mesmo com a chave dentro do carro. Alguns itens simples que costumamos ter a mão, como um barbante ou arame, por exemplo, podem ajudar a solucionar o problema caso você não tenha a chave reserva em mãos. Separamos algumas dicas para te ajudar no momento de sufoco, confira!

Abrindo a porta mesmo com a chave dentro do carro

  • Barbante ou cadarço de tênis: pegue um pedaço longo de um destes materiais e dê um nó bem firme na ponta. Direcione o nó até o pino da porta e puxe para cima para destravar. Mas vale ressaltar que esta alternativa requer destreza e principalmente, paciência. Isto porque pode demorar um pouco para dar certo já que você precisa ter uma boa mira para encaixar o nó no pino.
  • Arame: faça um gancho na ponta de um arame. Depois retire cuidadosamente o batente de borracha da porta. Em seguida coloque o arame dentro do carro e puxe a maçaneta.
  • Vareta e chave de fenda: crie um vão com a chave e pressione a trava com a vareta.
  • Bola de tênis: você pode estar achando este item curioso, mas pode dar certo. Se por acaso estiver com uma bola de tênis, faça um buraco nela. Em seguida, coloque a bola sobre o buraco da fechadura e empurre. A força do ar que sai do interior da bola pode ajudar a destravar a porta.
  • Espátula: insira a espátula ou uma alavanca de metal criando um vão na porta. Daí é só você empurrar a ferramenta e levantar a trava.
  • Cabide: estique o cabide até deixar o reto, preservando ou ganhando a ponta. Em seguida, passe ou cabide entre uma janela e proteção de borracha e aproxime-se do canto do vidro. Mova o gancho até alcançar a lava e depois puxe-a para cima para destravar.

Observação: cuidado ao tentar arrombar portas de veículos mais novos, pois pode danificar os fios elétricos que ficam na lataria. Além disso, o carro pode alarme ou correr o risco de ativar-lo por acidente.

Entrando pelo porta malas

Você também pode ter a sorte de abrir uma porta. Se estiver, é possível acessar o interior do carro. Faça o seguinte:

  • Primeiramente, encontre o cabo de emergência do carro, ele ficará no teto ou na porta.
  • Puxe este cordão para gravar os assentos traseiros do veículo.
  • Entre no carro por este espaço. Passe por cima dos assentos e, enfim, pegue a sua chave.

Procurar o chaveiro mais próximo

Se as gambiarras acima não resolverem ou perturbarem a chave dentro do carro, você poderá procurar o próximo passo. Ele é o profissional mais indicado, pois possui ferramentas e habilidades para abrir a porta do seu automóvel sem causar nenhum tipo de dano ao veículo.

Problema resolvido!

Agora que o pior já passou, é muito importante se prevenir para não passar novamente pela mesma situação. Qualquer distração de nossa parte pode fazer o problema se repetir. Por isso, faça mais uma cópia da chave. Deixe sempre a mão, para facilitar o acesso a ela e principalmente, evitar o seu esquecimento. Afinal, nunca se sabe quando precisar de uma reserva-chave, não é o mesmo?

E deixamos mais uma dica muito importante para sua segurança pessoal. Se você estiver em um local que julgar ser perigoso, a melhor opção é, ao tentar tentar esses truques, ativar algum profissional para resolver uma questão da maneira mais rápida possível. No entanto, se estiver em um lugar mais tranquilo, vale a pena tentar uma das alternativas necessárias.

Enfim, um carro é bom, mas pode gerar estresse em situações como esta. Quem nunca teve problema ao esquecer uma chave dentro do carro? É tenso, mas muito comum. A situação piora ainda mais quando você não tem nenhuma das alternativas disponíveis para ajudar a abrir uma porta.

Caso isso ocorra, busque ajuda. Por isso, é uma boa proteção veicular para tirar essas e outras situações de sufoco. Nós do Lions não queremos que você passe por isso, mas se precisar, conte conosco, teremos prazer em ajudar!

 

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Cuidados com a lubrificação do motor

Hoje em dia, ter um carro não é uma questão de luxo, mas sim de necessidade. Mas não adianta ter um carro lindo por fora se por dentro ele não funciona bem. Assim, os proprietários devem ter uma série de cuidados para garantir o funcionamento do automóvel. Um destes cuidados muito importantes é a lubrificação do motor, que deve ser feita corretamente para assegurar o bom desempenho.

O óleo lubrificante automotivo é indispensável para o bom funcionamento do veículo e aumenta a vida útil do motor. Ele tem como funções principais reduzir o atrito entre peças para diminuir o desgaste e também controlar a temperatura do motor, a fim de evitar o superaquecimento. O lubrificante também mantém o motor limpo, livre de borras e vernizes. Portanto, é preciso ter uma atenção especial a lubrificação do motor.

Muitos motoristas têm hábitos errados como, por exemplo, completar o óleo só quando ele já está em um nível baixo, o que pode ocasionar problemas no motor. É fundamental fazer a troca do óleo, sempre em conformidade com as orientações do fabricante. É preciso lembrar que, com o tempo, ele perde viscosidade, aderência, o que, consequentemente, reduz a eficiência e pode gerar transtornos.

Vale lembrar também que não faz sentido trocar o óleo e manter o filtro velho, pois ele pode contaminar o óleo novo. Assim, é necessário fazer a troca do filtro para impedir a entrada de impurezas.

 

Como funciona o sistema de lubrificação do motor?

O óleo lubrificante fica armazenado no cárter. Ele é sugado por uma bomba de óleo, passa pelo filtro e segue para a galeria principal, de onde é distribuído para outros pontos do motor.

Daí o óleo sobre para fazer a lubrificação do balancim e depois desce. Dependendo do motor, o óleo pode passar também por um intercambiador de calor para ser resfriado.

Quando fazer a troca do óleo?

Como já dito anteriormente, óleo e filtro precisam ser trocados periodicamente para o melhor desempenho do automóvel. Nos motores a diesel, de uma maneira geral, é recomendado que a troca seja feita a cada 5 ou 7,5 mil quilômetros rodados. Mas é preciso observar o manual do seu carro, pois a quilometragem varia de acordo com a marca e o modelo.

É importante respeitar o tipo de óleo adequado para o motor do seu carro. Isto porque óleos fora das especificações, impuros ou de qualidade ruim tendem a danificar as peças do motor.

Tipos de troca de óleo

Existem duas formas de trocar o óleo: sangria, que é a mais tradicional e a vácuo. A sangria é feita com a retirada do bujão do cárter, por onde o lubrificante antigo sai. No sistema a vácuo a troca é feita com o auxílio de uma máquina específica. Neste caso, como o lubrificante é retirado por sucção, o procedimento de troca é mais rápido do que na sangria.

Contudo, para alguns especialistas a sangria continua sendo mais eficiente pois faz o escoamento completo do óleo. Já o sistema a vácuo não tem a mesma capacidade e por isso, pode fazer uma remoção parcial do óleo.

 

Dicas para a lubrificação do motor

  • Limpe a vareta um papel absorvente. Muitas pessoas limpam com a estopa, mas isso é um erro. Isto porque a estopa pode contaminar o óleo novo com resíduos de óleo antigo.
  • Não complete o óleo. Se fizer isso o óleo novo vai se misturar ao velho e assim pode ser contaminado. O ideal é trocar todo o óleo do cárter.
  • Confira o nível do óleo com o motor frio e em lugar plano. Quando o motor está quente o óleo está em circulação e com isso, pode indicar equivocadamente, um nível baixo.
  • Mantenha o nível ideal. Óleo no mínimo prejudica a lubrificação, o que, consequente, gera atrito e desgaste das peças. Já acima do nível o óleo pode transbordar e atingir peças que não fazem parte do sistema de lubrificação.
  • Não misture óleos de bases diferentes. Existem 3 tipos: mineral, sintético e semissintético. Neste post aqui você entende melhor as características de cada um destes tipos de óleo.
  • Não use óleo de baixa qualidade. Pode ser o típico “barato que sai caro”.
  • Fique atento à qualidade do combustível. Se a gasolina ou o etanol estiverem sujeitos a alguma adulteração, podem alterar as propriedades do óleo e prejudicar a lubrificação.
  • Respeitar o prazo de troca de óleo do seu motor conforme as instruções do manual. O prazo varia conforme a marca e o modelo do carro.
  • Se o lubrificante foi aberto e depois armazenado por um longo tempo não é utilizado. O lubrificante está sujeito a ação de oxigênio e oxigênio e, portanto, pode, com ou tempo, perder suas propriedades.
  • Não utilize aditivos pois pode comprometer a qualidade do lubrificante. Além disso, um bom lubrificante já possui aditivos aplicáveis ??em sua composição.

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Dicas para encontrar a postura correta para dirigir

É comum que as pessoas passem muito tempo no trânsito, seja em engarrafamentos, trabalhando ou viajando. Essa prática pode se tornar um problema, acarretando dores e desgastes na coluna. Por isso, é fundamental saber qual é a postura correta para dirigir.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a posição incorreta do condutor, aliada à vibração do veículo, provoca uma fadiga muscular intensa que pode levar a lesões vertebrais graves.

Além de trazer saúde e conforto, a postura correta também representa segurança, pois, ela permite que o motorista exerça a força necessária para desviar com agilidade de um buraco ou até mesmo evitar um atropelamento.

Então é por essas razões que separamos algumas dicas de postura correta para dirigir.

 

Evitando dores na coluna

Permanecer por muito tempo em uma mesma posição pode provocar dores na região do pescoço, lombar e na parte central das costas. Geralmente, essas dores inicialmente são musculares, mas podem evoluir para problemas vertebrais sérios.

Siga as 4 dicas a seguir para evitar que isso aconteça:

  1. Interrompa a viagem a cada duas horas ou 150 km rodados e faça alongamentos. Mesmo com a postura correta para dirigir, é bom mexer-se sempre, afinal, o nosso corpo não foi feito para ficar parado.
  2. Evite o sobrepeso. O peso excessivo muda o centro de gravidade do corpo para. Quando ele se concentra no abdome, acaba jogando muita tensão sobre os músculos da lombar.
  3. Mantenha uma rotina de exercícios físicos que ajude no fortalecimento da musculatura abdominal, dando suporte à coluna.
  4. Use almofadas no assento. Mesmo fazendo os ajustes adequados nos itens do carro, há pessoas apresentam dificuldades com a densidade da poltrona. Alguns veículos possuem suporte lombar, mas se o seu não tem, a almofada é uma boa opção para auxiliar na distribuição da carga sobre a coluna.
  5. Dê manutenção frequente nos amortecedores e pneus do carro. Tendo em vista que trepidação excessiva também pode causar dores de coluna, fique atento à conservação desses itens.

Qual é a postura correta para dirigir?

A autoescola ensina que a primeira coisa a ser feita ao entrar no carro é ajustar banco e os espelhos. Isso pode até parecer simples, mas são hábitos importantes que ajudam a reduzir o cansaço do corpo e dores musculares.

E você, sabe como fazer esses ajustes para garantir a postura correta para dirigir?

 

Regulando o assento e o encosto

Se o ajuste do assento for muito alto, pode haver pressão na parte de trás dos joelhos. O ideal é que haja pelo menos três dedos de distância para que as veias não sejam pressionadas e não comprometam a circulação. Mantenha o quadril dobrado em quase 90 graus e o joelho dobrado em 60 graus.

Durante a regulagem do encosto, a coluna deve ficar em contato total com ele. Incliná-lo demais pode aumentar o risco de deslizar sob o cinto numa situação de colisão. Por outro lado, o encosto mais reto deixa os músculos tensos, provocando desconforto. O melhor ângulo é entre 100 e 120 graus.

 

Posicionando as pernas, os braços, as mãos e a cabeça

A postura correta para dirigir requer atenção e cuidados que incluem todas várias partes do corpo.

Para a posição certa das pernas, regule a distância do banco em relação ao painel, pressionando o acelerador ou a embreagem até o fundo. Cuide para que o joelho fique levemente flexionado. Em repouso, deixe a planta do pé totalmente em contato com o piso.

Quanto aos braços, ao segurar o volante, o cotovelo precisa ficar levemente dobrado. Para conferir se acertou na angulação, verifique se as mãos se juntam no alto do volante, sem que os ombros se desloquem do banco.

Já as mãos, devem segurar o volante na posição equivalente a dos ponteiros de um relógio marcando 10h10 ou 9h15. Desta maneira, fica mais fácil girar o volante rapidamente, caso seja necessário.

A cabeça também deve estar apoiada adequadamente. Para isso, levante o apoio até que a linha dos olhos fique na metade do encosto. Se for possível, deixe sobrar uma pequena folga aproximadamente dois dedos do apoio.

 

Ajustando o cinto de segurança, os espelhos e o volante

Uma parte superior do cinto deve ficar no meio do ombro. Assim, se houver uma batida, não haverá risco de impor o motorista ou escapar do peito. Puxe uma parte inferior para que não fique folgada sob o abdome. Ele deve ficar justo, mas confortável e nunca aberto.

Os espelhos são itens indispensáveis ??de segurança e não podem ser deixados de lado. O retrovisor interno deve ser regulado primeiro, de forma que todo o ambiente atrás do carro seja visualizado. Os externos devem estar alinhados no centro do espelho e mostrar o mínimo possível de carroceria. Isso ajuda a diminuir os pontos cegos.

Se der para regular ou volante, faça isso de forma que dê para ver tudo, sem precisar mexer a cabeça para ler algo. Deixe na altura dos ombros.

Dirigir exige que você esteja atento ao trânsito. Se você sentir algum tipo de dor ou incômodo, sua atenção está voltada para desconforto e isso prejudica sua saúde e segurança. Portanto, busque a postura correta para dirigir. Ela só depende dos hábitos certos.

Em casos de dores frequentes na coluna, consulte um médico especialista.

 

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O que fazer se meu carro for clonado?

A clonagem de veículos é um grande problema no Brasil e pode dar muita dor de cabeça as vítimas deste golpe. Carro clonado, também conhecido popularmente como “dublê”, é, conforme o Conselho Nacional de Trânsito – Contran, um automóvel cuja placa de identificação veicular foi utilizada em outro veículo.

Carros com placas falsas geralmente apresentam as mesmas características do carro original como, por exemplo, marca cor e modelo. A princípio, muitos proprietários nem percebem que existe um problema.

O primeiro indício de que houve clonagem é o recebimento de infrações que você nunca cometeu, em lugares onde você também não esteve. Se você teve o carro clonado ou deseja comprar um carro usado leia as observações que seguem.

Como acontece a clonagem de carros?

Primeiramente os criminosos fazem a adulteração do chassi do veículo. Depois o veículo é colocado à venda no mercado, com uma identificação falsa.

Alguns criminosos, para enganarem os possíveis compradores também apresentação uma documentação falsificada. Deste modo, quem adquire o carro clonado roda com o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) e o Certificado de Registro de Veículos (CRV) ilegais.

Tive o carro clonado, o que fazer?

– Se infelizmente você teve o carro clonado, deve tomar algumas medidas.

Primeiramente, deve ser feito o registro do Boletim de Ocorrência, B.O, em uma delegacia. Assim, a vítima pode provar sua inocência, casso o carro clonado seja utilizado em crimes.

– Reúna documentos e comprovante de compra do carro. Além disso, fotos do veículo também servem como provas. Então, a Polícia vai verificar se você é a vítima e fará a emissão do Laudo do Carro Falso.

– Compareça ao Detran do seu estado para comunicar o problema do carro clonado. Esteja com os documentos básicos em mãos. São eles: laudo de vistoria veicular, CRLV, CRV, fotos do veículo original e se possível, algum registro do veículo clonado. Ainda, é necessário apresentar documentos como RG e CPF. Vale lembrar que outros documentos também podem ser solicitados.

– Solicite uma vistoria de identificação veicular.

Por fim, confirmada a clonagem, o Detran solicitará a troca da placa do veículo, assim como a emissão dos novos CRLV e CRV.

Se acaso houverem multas do carro adulterado, ou pontuações na CNH em decorrência da clonagem, o proprietário do veículo original poderá recorrer junto ao órgão que aplicou a punição. De acordo com a Lei, cada órgão de trânsito tem responsabilidade sobre as multas que aplica.

Quero comprar um carro, como saber se ele é clonado?

Quem deseja adquirir um carro usado deve observar uma série de fatores antes de efetuar a compra. Alguns indícios podem indicar se o veículo é clonado, fique atento:

– Nos sites dos Detrans estaduais é possível obter uma declaração de “nada consta” do veículo. Além disso, também dá para conferir documentos roubados, furtados, extraviados e ainda, conferir a placa.

– Consulte o histórico. Pesquise se há pendências financeiras ou legais. Se houver, regularize a situação antes de fazer a compra.

– Desconfie de preços muito baixos. Contudo, vale lembrar que alguns criminosos não oferecem grandes descontos a fim de não levantar suspeitas.

– Sempre opte por comprar carro em lojas e agências conhecidas. Procure informações sobre a reputação do estabelecimento na internet e em sites de defesa ao consumidor.

– Peça os documentos originais.

– Suspeite quando o carro estiver em nome de terceiros. Além disso, transferir o dinheiro do pagamento para uma conta em nome de terceiros também pode ser indício de que algo está errado.

– Documentos em segunda via também devem ser checados.

– Verifique se a numeração do chassi nos vidros do carro está com alguma alteração. Além disso, veja se o número confere com o impresso nos documentos CRV e CRLV.

– Tente identificar possíveis retoques nos dígitos do chassi. Você pode, por exemplo, usar uma estopa molhada com removedor de esmaltes e vernizes. Aplique sobre os números. Se a tinta for removida com facilidade, pode desconfiar!

– Observe se há algum tipo de desgaste no arame de lacração.

– Peça ao vendedor o manual e a chave reserva. Se ele tiver, é um bom sinal.

– Também é bom verificar os dados de identificação do vendedor, solicitando que ele represente um documento válido.

Comprei um carro, mas descobri que ele é clonado

Se você caiu no golpe não está desesperado, é possível reverter uma situação.

Primeiramente, adquira uma delegacia para registro e ocorrência em seguida, registre uma situação no Detran para averiguação. Dessa maneira, será possível fazer a regularização do carro clonado desde que fique comprovado o consumidor que comprou o carro ou não tenha fé.

Alguns especialistas ainda orientam quem o comprador entre em um processo judicial contra o vendedor, pois em muitos casos é possível solicitar indenizações por danos morais e materiais.

Obviamente, uma clonagem de carros é ilegal! O contraventor deve responder por crime conforme o Artigo 311 do Código Penal Brasileiro.

 

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Proteção veicular para carros de aluguel

Também conhecidos como carros de aluguel, os veículos que geralmente são destinados a serviços de taxi ou transporte por aplicativo, merecem destaque quando falamos de proteção veicular. Afinal, seu carro, que tem finalidade comercial, está suscetível aos mesmos incidentes que os outros veículos: acidentes leves ou graves, panes no meio da rua, batidas com outros carros, furtos, assaltos, entre outros.

Além disso, Infelizmente, vemos com frequência notícias sobre taxistas e motoristas de apps que são surpreendidos por pessoas mal intencionados quando atendem ao chamado de um passageiro.

Deste modo, caso aconteça algo ruim, se você não estiver protegido, terá que arcar não somente com os custos de reparo, mas também com o prejuízo pelos dias em que ficará sem trabalhar.

Por mais que você adote uma direção defensiva, não dá para prever a ação de outros condutores imprudentes. Portanto, se você trabalha com transporte de passageiros, e quer preservar sua ferramenta de trabalho, precisa conhecer as vantagens da proteção veicular para carros de aluguel.

Por que aderir a proteção veicular para seu carro de aluguel?

Diferente das seguradoras, que geralmente não aceitam este tipo de carro ou encarecem o valor do seu seguro, as associações saem na frente, pois não tem tarifas diferenciadas para proteger carros de aluguel.

A associação de proteção veicular também não se baseia em análise de perfil de motorista e nem faz consulta ao SPC e Serasa, garantindo os serviços independente do condutor. Basta que ele seja devidamente habilitado e que não dirija sob efeito de bebidas alcoólicas e substâncias entorpecentes.

Além disso, a forma de pagamento das associações costuma ser bem mais vantajosa e facilitada, pois o associado paga um baixo valor mensal e não o valor do plano integral.

Outra vantagem da proteção veicular é a possibilidade de se fazer um plano personalizado, para atender as necessidades e o bolso de cada motorista individualmente, diferentes das seguradoras que oferecem plano padrão.

Mais econômico, cerca de 40% a menos que uma seguradora comum, e menos burocrático, a proteção veicular agrega todas as necessidades do motorista e oferece uma ampla cobertura e benefícios para carros de aluguel, dentre os quais:

  • Proteção 24 horas
  • 100% tabela FIPE na avaliação
  • Roubo e furto
  • Colisão
  • Incêndio
  • Fundo para terceiros
  • Fenômenos da natureza, como por exemplo, chuvas fortes, granizo, queda de árvore, enchente, etc.
  • Reboque
  • Carro reserva
  • Rastreamento e monitoramento.

Segurança dos passageiros de carros de aluguel

Inegavelmente os aplicativos de transporte de passageiros tem ganhado cada vez mais força no Brasil. Oferecer o serviço de carro de aluguel é uma alternativa de renda extra, bom para os motoristas e igualmente benéfico para os passageiros, que podem contar com mais opções de transporte para driblar os problemas de mobilidade urbana, que são muitos!

Contudo, se você é motorista de aplicativo, precisa ficar atento a algumas questões. É fundamental que você esteja inserido em algum serviço de proteção. É uma determinação de apps como Uber, Cabify e 99. Isto porque estes apps precisam garantir a segurança dos usuários dos seus serviços.

O Uber, por exemplo, já oferece o seguro de acidentes pessoais para passageiros, conhecido como seguro APP, que é obrigatório. Esta medida é para indenizar possíveis danos físicos e materiais sofridos pelos usuários do aplicativo.

Contudo, esse seguro só cobre casos de acidentes em que os passageiros sofram algum dano, e não é dada nenhuma cobertura ao veículo ou a terceiros. Por isso e por estar mais exposto a incidentes, é preciso que o driver de aplicativos tenha uma cobertura mais ampla.

Como já foi dito anteriormente, como as seguradoras tradicionais cobram valores bem mais altos para carros de aluguel, pois julgam que é um perfil de maior risco, já que tem uso comercial.

Isso faz com que a proteção veicular seja a alternativa perfeita para os profissionais que dependem do carro para trabalhar e não podem pagar valores altos pela segurança.

Proteção veicular atende público ignorado pelas seguradoras

Como já sabemos, a proteção veicular é a melhor opção para motoristas de táxi e aplicativos de transporte de passageiros, pois contempla as exigências deste público sem cobrar nada a mais.

O baixo custo, a versatilidade e a menor burocracia de proteção veicular vêm de encontro nesta nova demanda de mercado, e muitas vezes não são atendidas pelas seguradoras. Estimativas recentes apontam que há cerca de 57 milhões de veículos rejeitados por seguros automotivos. Além disso, também é grande o número de seguranças inaceitáveis ??que podem sofrer restrições de registro devido ao CPF negado.

Em contrapartida, o mercado de proteção automotiva no Brasil tem mais de 5 milhões de associados já beneficiados.

Por tudo isso, é importante que você confie seu carro a uma associação de proteção veicular de confiança. A Lions pode te ajudar. Atualmente, temos mais de 80 mil associados em todo o Brasil.

Além de proteger seu bem, também oferece diversos benefícios. Trabalhe com tranquilidade, garanta a sua segurança e seus passageiros. Faça uma sua cotação e proteja seu carro!

 

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