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Dicas

Aplicativos alertam motoristas sobre a necessidade de recall

Os recalls são realizados quando as empresas identificam defeitos de fábrica em seus produtos, que precisam ser ajustados depois de usar um risco à segurança dos consumidores.

Já falamos sobre recall em um artigo aqui do blog. Para ler e saber como funciona, clique aqui .

A novidade é que agora, ou o proprietário que precisar fazer um recall será avisado pelos aplicativos Carteira Digital de Trânsito (CDT) e Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), que também poderá pagar como multas de trânsito com até 40% de desconto. O Portal de Serviços do Governo Federal (Gov.br) e o site Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) também informam sobre o recall. Além de serem informadas por meio dessas plataformas digitais, os usuários dos veículos continuam sendo convocados pela TV, rádio ou carta.

As novas regras foram anunciadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para garantir mais eficiência ao atendimento de recalls e já estão em vigor desde outubro. Como as alterações fazem parte da Portaria Interministerial, o que criou o Serviço de Notificação de Rechamada.

Os pedidos de automóveis não serão avisados ??sobre recall apenas por aplicativos. Aqueles que não atendem ao chamado dentro do prazo de um ano serão notificados sobre pendência registrada no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), que servirá de alerta para o próximo dono. Caso a versão em papel do licenciamento obrigatório contenha informações de recall em aberto e o proprietário realize o reparo depois, esse alerta será excluído apenas no licenciamento a seguir. Se o consumidor quiser retirar essa informação, a única maneira será liberada uma segunda via via CRLV e custo com os custos.

Outra mudança é que as empresas podem disponibilizar sites oficiais, como informações sobre recalls de produtos durante no mínimo cinco anos. Além disso, elas precisam informar a Secretaria Nacional do Consumidor, de imediato, sempre que identificarem a necessidade de investigar possíveis defeitos em seus produtos. Elas ainda apresentam um planejamento detalhado para campanhas preventivas. O “aviso de risco” será enviado por e-mail para os consumidores que possuam cadastro ativo no portal de serviços do Denatran.

Por que as regras sofreram alterações?

Como as alterações nas normas foram feitas no intuito de aumentar o índice de atendimento das campanhas e também reduzir as chances de acidentes.

De acordo com o Ministério da Justiça entre 2014 e 2018, dos 9,5 milhões de automóveis envolvidos nos recalls, apenas 4,6 milhões passaram pelo conserto.

O baixo comparador de chamadas é mais um dos motivos que influenciam nas alterações feitas pelo governo. Apenas 48% dos consumidores atendem aos pedidos de recall de automóveis. No caso de caminhões, esse percentual cai para 39% e, no autopeças, para 14,7%. Um total de 21,2 milhões de produtos que chamaram de recall em um país, em diversas áreas, pouco mais de 5,2 milhões de pedidos (24,8%) foram atendidos.

Desde 2014, foram realizadas 701 campanhas de chamada para recalls em todo o país. No total, 517 (73,75%) foram de automóveis; 72 (10,27%) para motociclistas e 16 (2,28%) para caminhões.

Em seguida, estão os recalls para alimentos, com 14 campanhas (2%); seguidos de acessórios de informática com 11 campanhas (1,56%); bicicletas, nove campanhas; medicamentos, oito campanhas e produtos infantis, seis campanhas.

Como era feita a convocação de recall

Antes das portas, como as montadoras eram obrigadas a revisar os donos de um veículo em recall por carta e isso dificulta a comunicação. Como fabricantes alegaram que apenas os dados do primeiro comprador do veículo. Depois que esses veículos eram transferidos para outros usuários, eles não sabiam qual o nome do veículo registrado, por não ter acesso à Renavan.

O que mudou

Para facilitar, resumos abaixo como novas regras definidas pelas Portarias:

  • CRLV passa a trazer inscrição sobre recalls pendentes;
  • Regra vale para campanhas não atendidas mais de um ano após o início;
  • Montadoras hospedadas responsáveis ??por agregar informações de recall ao Renavam;
  • Denatran agora vai emitir “aviso de risco” por meios eletrônicos;

O que diz a lei

De acordo com a Lei no. 8.078 / 90 (Código de Defesa do Consumidor – CDC), os produtos e serviços permitidos no mercado de consumo devem garantir a segurança dos consumos:

Artigo 10 – O fornecedor não pode colocar no mercado produto de consumo ou serviço que saiba ou deve saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade na saúde ou segurança.

  1.  O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento de periculosidade que apresentar, enviar ou comunicar o fato de que as autoridades são competentes e usam, usando publicitários.
  2. Os pedidos públicos consultados ou os parágrafos anteriores serão veiculados na imprensa, rádio e televisão, às despesas do fornecedor do produto ou serviço.
  3. Sempre que tiver conhecimento de produtos ou serviços de saúde ou segurança de consumo, na União, nos Estados Unidos, no Distrito Federal e nos Municípios registrados informações sobre o respeito.

Como consultar se o veículo tem recall

Para saber se o seu automóvel está na lista de um recall, é simples. Basta consultar os sites regionais do Procon, que possui um banco de dados com todas as chamadas realizadas.

O site do Denatran  também permite consultar ou recuperar uma montadora. Ainda há páginas das montadoras, onde é possível acessar todas as informações sobre seu modelo.

 

 

Tranquei a chave dentro do carro, e agora?

Às vezes nos distraímos e cometemos alguns pequenos erros como, por exemplo, esquecer a chave dentro do carro. Depois pode até ser engraçado, mas na hora em que esse tipo de acidente acontece pode ser um pouco desesperador, afinal, não podemos entrar no nosso próprio carro!

Tentar abrir o carro sem chave pode ser bem difícil e cansativo, mas tem jeito! O primeiro passo e mais importante é manter a calma na situação. Respire fundo, pois só assim será capaz de raciocinar e encontrar uma solução.

Para a alegria dos distraídos, existem várias maneiras de abrir a porta mesmo com a chave dentro do carro. Alguns itens simples que costumamos ter a mão, como um barbante ou arame, por exemplo, podem ajudar a solucionar o problema caso você não tenha a chave reserva em mãos. Separamos algumas dicas para te ajudar no momento de sufoco, confira!

Abrindo a porta mesmo com a chave dentro do carro

  • Barbante ou cadarço de tênis: pegue um pedaço longo de um destes materiais e dê um nó bem firme na ponta. Direcione o nó até o pino da porta e puxe para cima para destravar. Mas vale ressaltar que esta alternativa requer destreza e principalmente, paciência. Isto porque pode demorar um pouco para dar certo já que você precisa ter uma boa mira para encaixar o nó no pino.
  • Arame: faça um gancho na ponta de um arame. Depois retire cuidadosamente o batente de borracha da porta. Em seguida coloque o arame dentro do carro e puxe a maçaneta.
  • Vareta e chave de fenda: crie um vão com a chave e pressione a trava com a vareta.
  • Bola de tênis: você pode estar achando este item curioso, mas pode dar certo. Se por acaso estiver com uma bola de tênis, faça um buraco nela. Em seguida, coloque a bola sobre o buraco da fechadura e empurre. A força do ar que sai do interior da bola pode ajudar a destravar a porta.
  • Espátula: insira a espátula ou uma alavanca de metal criando um vão na porta. Daí é só você empurrar a ferramenta e levantar a trava.
  • Cabide: estique o cabide até deixar o reto, preservando ou ganhando a ponta. Em seguida, passe ou cabide entre uma janela e proteção de borracha e aproxime-se do canto do vidro. Mova o gancho até alcançar a lava e depois puxe-a para cima para destravar.

Observação: cuidado ao tentar arrombar portas de veículos mais novos, pois pode danificar os fios elétricos que ficam na lataria. Além disso, o carro pode alarme ou correr o risco de ativar-lo por acidente.

Entrando pelo porta malas

Você também pode ter a sorte de abrir uma porta. Se estiver, é possível acessar o interior do carro. Faça o seguinte:

  • Primeiramente, encontre o cabo de emergência do carro, ele ficará no teto ou na porta.
  • Puxe este cordão para gravar os assentos traseiros do veículo.
  • Entre no carro por este espaço. Passe por cima dos assentos e, enfim, pegue a sua chave.

Procurar o chaveiro mais próximo

Se as gambiarras acima não resolverem ou perturbarem a chave dentro do carro, você poderá procurar o próximo passo. Ele é o profissional mais indicado, pois possui ferramentas e habilidades para abrir a porta do seu automóvel sem causar nenhum tipo de dano ao veículo.

Problema resolvido!

Agora que o pior já passou, é muito importante se prevenir para não passar novamente pela mesma situação. Qualquer distração de nossa parte pode fazer o problema se repetir. Por isso, faça mais uma cópia da chave. Deixe sempre a mão, para facilitar o acesso a ela e principalmente, evitar o seu esquecimento. Afinal, nunca se sabe quando precisar de uma reserva-chave, não é o mesmo?

E deixamos mais uma dica muito importante para sua segurança pessoal. Se você estiver em um local que julgar ser perigoso, a melhor opção é, ao tentar tentar esses truques, ativar algum profissional para resolver uma questão da maneira mais rápida possível. No entanto, se estiver em um lugar mais tranquilo, vale a pena tentar uma das alternativas necessárias.

Enfim, um carro é bom, mas pode gerar estresse em situações como esta. Quem nunca teve problema ao esquecer uma chave dentro do carro? É tenso, mas muito comum. A situação piora ainda mais quando você não tem nenhuma das alternativas disponíveis para ajudar a abrir uma porta.

Caso isso ocorra, busque ajuda. Por isso, é uma boa proteção veicular para tirar essas e outras situações de sufoco. Nós do Lions não queremos que você passe por isso, mas se precisar, conte conosco, teremos prazer em ajudar!

 

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Cuidados com a lubrificação do motor

Hoje em dia, ter um carro não é uma questão de luxo, mas sim de necessidade. Mas não adianta ter um carro lindo por fora se por dentro ele não funciona bem. Assim, os proprietários devem ter uma série de cuidados para garantir o funcionamento do automóvel. Um destes cuidados muito importantes é a lubrificação do motor, que deve ser feita corretamente para assegurar o bom desempenho.

O óleo lubrificante automotivo é indispensável para o bom funcionamento do veículo e aumenta a vida útil do motor. Ele tem como funções principais reduzir o atrito entre peças para diminuir o desgaste e também controlar a temperatura do motor, a fim de evitar o superaquecimento. O lubrificante também mantém o motor limpo, livre de borras e vernizes. Portanto, é preciso ter uma atenção especial a lubrificação do motor.

Muitos motoristas têm hábitos errados como, por exemplo, completar o óleo só quando ele já está em um nível baixo, o que pode ocasionar problemas no motor. É fundamental fazer a troca do óleo, sempre em conformidade com as orientações do fabricante. É preciso lembrar que, com o tempo, ele perde viscosidade, aderência, o que, consequentemente, reduz a eficiência e pode gerar transtornos.

Vale lembrar também que não faz sentido trocar o óleo e manter o filtro velho, pois ele pode contaminar o óleo novo. Assim, é necessário fazer a troca do filtro para impedir a entrada de impurezas.

 

Como funciona o sistema de lubrificação do motor?

O óleo lubrificante fica armazenado no cárter. Ele é sugado por uma bomba de óleo, passa pelo filtro e segue para a galeria principal, de onde é distribuído para outros pontos do motor.

Daí o óleo sobre para fazer a lubrificação do balancim e depois desce. Dependendo do motor, o óleo pode passar também por um intercambiador de calor para ser resfriado.

Quando fazer a troca do óleo?

Como já dito anteriormente, óleo e filtro precisam ser trocados periodicamente para o melhor desempenho do automóvel. Nos motores a diesel, de uma maneira geral, é recomendado que a troca seja feita a cada 5 ou 7,5 mil quilômetros rodados. Mas é preciso observar o manual do seu carro, pois a quilometragem varia de acordo com a marca e o modelo.

É importante respeitar o tipo de óleo adequado para o motor do seu carro. Isto porque óleos fora das especificações, impuros ou de qualidade ruim tendem a danificar as peças do motor.

Tipos de troca de óleo

Existem duas formas de trocar o óleo: sangria, que é a mais tradicional e a vácuo. A sangria é feita com a retirada do bujão do cárter, por onde o lubrificante antigo sai. No sistema a vácuo a troca é feita com o auxílio de uma máquina específica. Neste caso, como o lubrificante é retirado por sucção, o procedimento de troca é mais rápido do que na sangria.

Contudo, para alguns especialistas a sangria continua sendo mais eficiente pois faz o escoamento completo do óleo. Já o sistema a vácuo não tem a mesma capacidade e por isso, pode fazer uma remoção parcial do óleo.

 

Dicas para a lubrificação do motor

  • Limpe a vareta um papel absorvente. Muitas pessoas limpam com a estopa, mas isso é um erro. Isto porque a estopa pode contaminar o óleo novo com resíduos de óleo antigo.
  • Não complete o óleo. Se fizer isso o óleo novo vai se misturar ao velho e assim pode ser contaminado. O ideal é trocar todo o óleo do cárter.
  • Confira o nível do óleo com o motor frio e em lugar plano. Quando o motor está quente o óleo está em circulação e com isso, pode indicar equivocadamente, um nível baixo.
  • Mantenha o nível ideal. Óleo no mínimo prejudica a lubrificação, o que, consequente, gera atrito e desgaste das peças. Já acima do nível o óleo pode transbordar e atingir peças que não fazem parte do sistema de lubrificação.
  • Não misture óleos de bases diferentes. Existem 3 tipos: mineral, sintético e semissintético. Neste post aqui você entende melhor as características de cada um destes tipos de óleo.
  • Não use óleo de baixa qualidade. Pode ser o típico “barato que sai caro”.
  • Fique atento à qualidade do combustível. Se a gasolina ou o etanol estiverem sujeitos a alguma adulteração, podem alterar as propriedades do óleo e prejudicar a lubrificação.
  • Respeitar o prazo de troca de óleo do seu motor conforme as instruções do manual. O prazo varia conforme a marca e o modelo do carro.
  • Se o lubrificante foi aberto e depois armazenado por um longo tempo não é utilizado. O lubrificante está sujeito a ação de oxigênio e oxigênio e, portanto, pode, com ou tempo, perder suas propriedades.
  • Não utilize aditivos pois pode comprometer a qualidade do lubrificante. Além disso, um bom lubrificante já possui aditivos aplicáveis ??em sua composição.

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7 dicas de trânsito seguro

Todos os dias ocorrem acidentes em ruas e estradas brasileiras, desde situações mais simples até as mais graves. Alguns são, infelizmente, fatais. Apesar das mortes terem reduzido de 2010 a 2016, segundo dados divulgados em 2018, ainda foram registrados 37.345 óbitos no último ano analisado. Isso significa que todos — motoristas e pedestres — precisam trabalhar para um trânsito seguro.

Apesar de todo mundo saber disso, a correria da rotina, a pressa, a desatenção e a imprudência tendem a gerar imprevistos, que podem até ocasionar a morte de uma pessoa. Então, o que fazer? Primeiro, é preciso adotar a direção defensiva, prática recomendada para todos os motoristas, com o propósito de evitar os acidentes derivados de falhas humanas.

Dentro desse escopo, existem várias medidas a serem utilizadas. Neste post listamos 7 dicas principais. Veja!

 

1. Siga as sinalizações

Já aconteceu de você passar em um sinal vermelho por desatenção? Ou de ignorar uma placa sem querer? Essas situações são corriqueiras e causam acidentes com frequência.

Por mais que você sempre passe pelo local, atente às sinalizações. Quando não conhecer a rua ou a estrada, fique ainda mais alerta. Apesar de ser comum um motorista ignorar os recados ou até desconhecer o sinal que está na placa, esses avisos são fundamentais.

Caso você tenha dúvidas, pesquise sobre as sinalizações e informe-se. Essa é uma maneira eficiente de se precaver e evitar problemas enquanto dirige.

 

2. Dirija de forma confortável

Um trânsito seguro depende diretamente da sua capacidade de direção. Isso significa estar em plenas condições de controle motor, sem sono e com plena capacidade de atenção. Uma pessoa embriagada, por exemplo, terá seus reflexos prejudicados. Assim, a chance de ocorrer um acidente é maior.

O mesmo problema acontece quando o banco está muito alto ou baixo, os pedais estão difíceis de alcançar etc. O motorista precisa ficar bem confortável, mesmo que o trajeto que fará seja curto.

Além de evitar multas e a aplicação de pontos na carteira, dirigir de forma confortável ainda facilita a condução e a torna mais agradável, a fim de impedir o surgimento de problemas. Lembre-se que, por mais que queira ficar à vontade, é imprescindível cuidar da segurança.

Portanto, nada de dirigir de chinelos! Essa prática é proibida pelo Código de Trânsito, porque o calçado pode sair do pé ou enroscar no pedal e, assim, causar um acidente. Nesse caso, opte por ficar descalço enquanto estiver como motorista.

 

3. Deixe o celular de lado

Uma das situações mais comuns é encontrar motoristas ao celular. Evite fazer isso, ainda que o veículo esteja parado no semáforo. Por maior que seja sua curiosidade, opte por ver as mensagens somente depois de terminar de dirigir.

Caso ignore essa recomendação, você pode receber multas, inclusive se o veículo estiver em um engarrafamento ou semáforo — é o que está na legislação. Além disso, se você iniciar uma conversa enquanto espera o sinal ficar verde, terá que interromper o papo. Nesse caso, a curiosidade de ver a resposta pode distrair sua atenção.

4. Mantenha a distância para um trânsito seguro

Você costuma ficar colado ao veículo da frente? Está errado! Por mais que não exista a aplicação de multas nesse caso, a distância é recomendada para evitar situações imprevisíveis e ter tempo para reagir diante de algum risco.

O espaço maior fornece tempo para manobras e garante que seu veículo será freado e terá tempo de parar, caso algum problema ocorra com o automóvel que está à frente. Portanto, essa é uma regra básica para dirigir com responsabilidade.

5. Faça manutenções no veículo

Muitos motoristas apenas saem com o carro, sem se preocupar se ele está em dia com as revisões, o óleo, o combustível e outros itens fundamentais para seu funcionamento. Essa postura gera gastos excessivos com os consertos urgentes, além de também ocasionarem acidentes.

Portanto, o ideal é fazer as manutenções periódica e preventiva. As duas verificam possíveis desgastes do veículo e impedem problemas maiores. Entre os itens analisados estão o nível de água no radiador, pressão dos pneus, nível de óleo no motor e no freio, funcionamento de faróis e lanternas etc.

 

6. Saia de casa preparado

O trajeto que você fará é novo? Obtenha informações do endereço e das ruas pelas quais precisará passar pelo GPS. É um caminho comum? Mantenha a calma e evite o estresse.

De qualquer forma, esteja preparado para o trânsito. Lembre-se de sair com tudo que precisa (inclusive documentos) e saiba para onde deseja ir. Assim, você presta atenção naquilo que está fazendo e não atrapalha os outros veículos que estão na via.

 

7. Cuide da segurança

Na hora de dirigir, é obrigatório o motorista adotar algumas medidas de segurança, como usar o cinto em todas as pessoas que estão no carro, mesmo que estejam no banco de trás.

Outra recomendação é usar o bebê conforto ou a cadeirinha para crianças e nunca as deixar ir no banco da frente.

Mais que isso, sempre tenha uma proteção veicular. Assim, em qualquer caso de acidente, você tem a garantia de que estará preservado. Afinal, com esse recurso, você conta com assistência 24 horas e tem diferentes coberturas, como proteção de vidros, carro reserva, rastreamento e monitoramento etc. — tudo isso a preço baixo, quando comparado a um seguro.

Todas essas 7 dicas ajudam a manter um trânsito seguro. Perceba que tudo depende de você e também das outras pessoas. Mas quando essas regras são seguidas, a chance de um imprevisto surgir é menor.

E você, segue todas as recomendações? Contribui para manter o trânsito seguro na sua cidade? Conta pra gente deixando seu comentário!

Mudanças no processo para tirar habilitação

Desde junho deste ano estavam previstas algumas mudanças no processo para tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Provocando alguns debates sobre os possíveis pontos positivos e negativos das medidas, elas começaram a valor oficialmente a partir do dia 16 de setembro.

As mudanças foram aplicadas pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e são apoiadas pelo Governo Federal. Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, chegou a se posicionar oficialmente dizendo que tais mudanças tinham como objetivo desburocratizar etapas no processo de formação dos condutores brasileiros.

Além dos fatores ligados à burocracia, um grande ponto a favor das mudanças no processo para tirar habilitação é a redução do preço que elas podem causar. Tarcísio disse também que essas modificações poderiam diminuir em até 15% o valor cobrado pelos centros de formação de condutores.

Confira abaixo quais foram as mudanças no processo para tirar habilitação:

Simulador

A mudança mais comentada, principalmente pela forte influência no preço do processo de conseguir sua CNH, foi a que se refere ao simulador. Ele era um treinamento obrigatório e, com as mudanças, tornou-se facultativo e limitado a no máximo cinco horas de aula. A exceção é o Rio Grande do Sul, que manteve a obrigatoriedade das aulas em simulador por decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Aulas obrigatórias

Saindo da mudança que influencia diretamente no preço da Carteira Nacional de Habilitação, chegamos naquela que economiza tempo para os condutores em formação. Houve uma diminuição no número de aulas práticas obrigatórias nas autoescolas, tanto para a categoria A (motos), como na categoria B (carros).

Na categoria B, houve uma redução de 25 para 20 horas obrigatórias. Já no caso das motocicletas, serão necessárias 15 horas de aula. Outro ponto a ser levado em consideração são as horas que devem ser realizadas em período noturno dentro dessa carga horária: eram necessárias cinco horas de aulas noturnas na legislação antiga, enquanto agora apenas uma hora precisa ser feita.

As “cinquentinhas”

Até setembro de 2020, pessoas que tem a intenção de pilotar ciclomotores de até cinquenta cilindradas (as famosas cinquentinhas) podem fazer prova teórica e prática sem necessidade de aulas – caso o candidato seja reprovado, aí sim as aulas passam a ser obrigatórias. Depois desse período, as aulas voltam a ser necessárias, mas com sua carga horária caindo de 20 horas de aula para apenas cinco – uma delas noturna.