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Aplicativos alertam motoristas sobre a necessidade de recall

Os recalls são realizados quando as empresas identificam defeitos de fábrica em seus produtos, que precisam ser ajustados depois de usar um risco à segurança dos consumidores.

Já falamos sobre recall em um artigo aqui do blog. Para ler e saber como funciona, clique aqui .

A novidade é que agora, ou o proprietário que precisar fazer um recall será avisado pelos aplicativos Carteira Digital de Trânsito (CDT) e Sistema de Notificação Eletrônica (SNE), que também poderá pagar como multas de trânsito com até 40% de desconto. O Portal de Serviços do Governo Federal (Gov.br) e o site Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) também informam sobre o recall. Além de serem informadas por meio dessas plataformas digitais, os usuários dos veículos continuam sendo convocados pela TV, rádio ou carta.

As novas regras foram anunciadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública para garantir mais eficiência ao atendimento de recalls e já estão em vigor desde outubro. Como as alterações fazem parte da Portaria Interministerial, o que criou o Serviço de Notificação de Rechamada.

Os pedidos de automóveis não serão avisados ??sobre recall apenas por aplicativos. Aqueles que não atendem ao chamado dentro do prazo de um ano serão notificados sobre pendência registrada no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), que servirá de alerta para o próximo dono. Caso a versão em papel do licenciamento obrigatório contenha informações de recall em aberto e o proprietário realize o reparo depois, esse alerta será excluído apenas no licenciamento a seguir. Se o consumidor quiser retirar essa informação, a única maneira será liberada uma segunda via via CRLV e custo com os custos.

Outra mudança é que as empresas podem disponibilizar sites oficiais, como informações sobre recalls de produtos durante no mínimo cinco anos. Além disso, elas precisam informar a Secretaria Nacional do Consumidor, de imediato, sempre que identificarem a necessidade de investigar possíveis defeitos em seus produtos. Elas ainda apresentam um planejamento detalhado para campanhas preventivas. O “aviso de risco” será enviado por e-mail para os consumidores que possuam cadastro ativo no portal de serviços do Denatran.

Por que as regras sofreram alterações?

Como as alterações nas normas foram feitas no intuito de aumentar o índice de atendimento das campanhas e também reduzir as chances de acidentes.

De acordo com o Ministério da Justiça entre 2014 e 2018, dos 9,5 milhões de automóveis envolvidos nos recalls, apenas 4,6 milhões passaram pelo conserto.

O baixo comparador de chamadas é mais um dos motivos que influenciam nas alterações feitas pelo governo. Apenas 48% dos consumidores atendem aos pedidos de recall de automóveis. No caso de caminhões, esse percentual cai para 39% e, no autopeças, para 14,7%. Um total de 21,2 milhões de produtos que chamaram de recall em um país, em diversas áreas, pouco mais de 5,2 milhões de pedidos (24,8%) foram atendidos.

Desde 2014, foram realizadas 701 campanhas de chamada para recalls em todo o país. No total, 517 (73,75%) foram de automóveis; 72 (10,27%) para motociclistas e 16 (2,28%) para caminhões.

Em seguida, estão os recalls para alimentos, com 14 campanhas (2%); seguidos de acessórios de informática com 11 campanhas (1,56%); bicicletas, nove campanhas; medicamentos, oito campanhas e produtos infantis, seis campanhas.

Como era feita a convocação de recall

Antes das portas, como as montadoras eram obrigadas a revisar os donos de um veículo em recall por carta e isso dificulta a comunicação. Como fabricantes alegaram que apenas os dados do primeiro comprador do veículo. Depois que esses veículos eram transferidos para outros usuários, eles não sabiam qual o nome do veículo registrado, por não ter acesso à Renavan.

O que mudou

Para facilitar, resumos abaixo como novas regras definidas pelas Portarias:

  • CRLV passa a trazer inscrição sobre recalls pendentes;
  • Regra vale para campanhas não atendidas mais de um ano após o início;
  • Montadoras hospedadas responsáveis ??por agregar informações de recall ao Renavam;
  • Denatran agora vai emitir “aviso de risco” por meios eletrônicos;

O que diz a lei

De acordo com a Lei no. 8.078 / 90 (Código de Defesa do Consumidor – CDC), os produtos e serviços permitidos no mercado de consumo devem garantir a segurança dos consumos:

Artigo 10 – O fornecedor não pode colocar no mercado produto de consumo ou serviço que saiba ou deve saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade na saúde ou segurança.

  1.  O fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento de periculosidade que apresentar, enviar ou comunicar o fato de que as autoridades são competentes e usam, usando publicitários.
  2. Os pedidos públicos consultados ou os parágrafos anteriores serão veiculados na imprensa, rádio e televisão, às despesas do fornecedor do produto ou serviço.
  3. Sempre que tiver conhecimento de produtos ou serviços de saúde ou segurança de consumo, na União, nos Estados Unidos, no Distrito Federal e nos Municípios registrados informações sobre o respeito.

Como consultar se o veículo tem recall

Para saber se o seu automóvel está na lista de um recall, é simples. Basta consultar os sites regionais do Procon, que possui um banco de dados com todas as chamadas realizadas.

O site do Denatran  também permite consultar ou recuperar uma montadora. Ainda há páginas das montadoras, onde é possível acessar todas as informações sobre seu modelo.

 

 

Cuidados com a lubrificação do motor

Hoje em dia, ter um carro não é uma questão de luxo, mas sim de necessidade. Mas não adianta ter um carro lindo por fora se por dentro ele não funciona bem. Assim, os proprietários devem ter uma série de cuidados para garantir o funcionamento do automóvel. Um destes cuidados muito importantes é a lubrificação do motor, que deve ser feita corretamente para assegurar o bom desempenho.

O óleo lubrificante automotivo é indispensável para o bom funcionamento do veículo e aumenta a vida útil do motor. Ele tem como funções principais reduzir o atrito entre peças para diminuir o desgaste e também controlar a temperatura do motor, a fim de evitar o superaquecimento. O lubrificante também mantém o motor limpo, livre de borras e vernizes. Portanto, é preciso ter uma atenção especial a lubrificação do motor.

Muitos motoristas têm hábitos errados como, por exemplo, completar o óleo só quando ele já está em um nível baixo, o que pode ocasionar problemas no motor. É fundamental fazer a troca do óleo, sempre em conformidade com as orientações do fabricante. É preciso lembrar que, com o tempo, ele perde viscosidade, aderência, o que, consequentemente, reduz a eficiência e pode gerar transtornos.

Vale lembrar também que não faz sentido trocar o óleo e manter o filtro velho, pois ele pode contaminar o óleo novo. Assim, é necessário fazer a troca do filtro para impedir a entrada de impurezas.

 

Como funciona o sistema de lubrificação do motor?

O óleo lubrificante fica armazenado no cárter. Ele é sugado por uma bomba de óleo, passa pelo filtro e segue para a galeria principal, de onde é distribuído para outros pontos do motor.

Daí o óleo sobre para fazer a lubrificação do balancim e depois desce. Dependendo do motor, o óleo pode passar também por um intercambiador de calor para ser resfriado.

Quando fazer a troca do óleo?

Como já dito anteriormente, óleo e filtro precisam ser trocados periodicamente para o melhor desempenho do automóvel. Nos motores a diesel, de uma maneira geral, é recomendado que a troca seja feita a cada 5 ou 7,5 mil quilômetros rodados. Mas é preciso observar o manual do seu carro, pois a quilometragem varia de acordo com a marca e o modelo.

É importante respeitar o tipo de óleo adequado para o motor do seu carro. Isto porque óleos fora das especificações, impuros ou de qualidade ruim tendem a danificar as peças do motor.

Tipos de troca de óleo

Existem duas formas de trocar o óleo: sangria, que é a mais tradicional e a vácuo. A sangria é feita com a retirada do bujão do cárter, por onde o lubrificante antigo sai. No sistema a vácuo a troca é feita com o auxílio de uma máquina específica. Neste caso, como o lubrificante é retirado por sucção, o procedimento de troca é mais rápido do que na sangria.

Contudo, para alguns especialistas a sangria continua sendo mais eficiente pois faz o escoamento completo do óleo. Já o sistema a vácuo não tem a mesma capacidade e por isso, pode fazer uma remoção parcial do óleo.

 

Dicas para a lubrificação do motor

  • Limpe a vareta um papel absorvente. Muitas pessoas limpam com a estopa, mas isso é um erro. Isto porque a estopa pode contaminar o óleo novo com resíduos de óleo antigo.
  • Não complete o óleo. Se fizer isso o óleo novo vai se misturar ao velho e assim pode ser contaminado. O ideal é trocar todo o óleo do cárter.
  • Confira o nível do óleo com o motor frio e em lugar plano. Quando o motor está quente o óleo está em circulação e com isso, pode indicar equivocadamente, um nível baixo.
  • Mantenha o nível ideal. Óleo no mínimo prejudica a lubrificação, o que, consequente, gera atrito e desgaste das peças. Já acima do nível o óleo pode transbordar e atingir peças que não fazem parte do sistema de lubrificação.
  • Não misture óleos de bases diferentes. Existem 3 tipos: mineral, sintético e semissintético. Neste post aqui você entende melhor as características de cada um destes tipos de óleo.
  • Não use óleo de baixa qualidade. Pode ser o típico “barato que sai caro”.
  • Fique atento à qualidade do combustível. Se a gasolina ou o etanol estiverem sujeitos a alguma adulteração, podem alterar as propriedades do óleo e prejudicar a lubrificação.
  • Respeitar o prazo de troca de óleo do seu motor conforme as instruções do manual. O prazo varia conforme a marca e o modelo do carro.
  • Se o lubrificante foi aberto e depois armazenado por um longo tempo não é utilizado. O lubrificante está sujeito a ação de oxigênio e oxigênio e, portanto, pode, com ou tempo, perder suas propriedades.
  • Não utilize aditivos pois pode comprometer a qualidade do lubrificante. Além disso, um bom lubrificante já possui aditivos aplicáveis ??em sua composição.

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Dicas para encontrar a postura correta para dirigir

É comum que as pessoas passem muito tempo no trânsito, seja em engarrafamentos, trabalhando ou viajando. Essa prática pode se tornar um problema, acarretando dores e desgastes na coluna. Por isso, é fundamental saber qual é a postura correta para dirigir.

De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), a posição incorreta do condutor, aliada à vibração do veículo, provoca uma fadiga muscular intensa que pode levar a lesões vertebrais graves.

Além de trazer saúde e conforto, a postura correta também representa segurança, pois, ela permite que o motorista exerça a força necessária para desviar com agilidade de um buraco ou até mesmo evitar um atropelamento.

Então é por essas razões que separamos algumas dicas de postura correta para dirigir.

 

Evitando dores na coluna

Permanecer por muito tempo em uma mesma posição pode provocar dores na região do pescoço, lombar e na parte central das costas. Geralmente, essas dores inicialmente são musculares, mas podem evoluir para problemas vertebrais sérios.

Siga as 4 dicas a seguir para evitar que isso aconteça:

  1. Interrompa a viagem a cada duas horas ou 150 km rodados e faça alongamentos. Mesmo com a postura correta para dirigir, é bom mexer-se sempre, afinal, o nosso corpo não foi feito para ficar parado.
  2. Evite o sobrepeso. O peso excessivo muda o centro de gravidade do corpo para. Quando ele se concentra no abdome, acaba jogando muita tensão sobre os músculos da lombar.
  3. Mantenha uma rotina de exercícios físicos que ajude no fortalecimento da musculatura abdominal, dando suporte à coluna.
  4. Use almofadas no assento. Mesmo fazendo os ajustes adequados nos itens do carro, há pessoas apresentam dificuldades com a densidade da poltrona. Alguns veículos possuem suporte lombar, mas se o seu não tem, a almofada é uma boa opção para auxiliar na distribuição da carga sobre a coluna.
  5. Dê manutenção frequente nos amortecedores e pneus do carro. Tendo em vista que trepidação excessiva também pode causar dores de coluna, fique atento à conservação desses itens.

Qual é a postura correta para dirigir?

A autoescola ensina que a primeira coisa a ser feita ao entrar no carro é ajustar banco e os espelhos. Isso pode até parecer simples, mas são hábitos importantes que ajudam a reduzir o cansaço do corpo e dores musculares.

E você, sabe como fazer esses ajustes para garantir a postura correta para dirigir?

 

Regulando o assento e o encosto

Se o ajuste do assento for muito alto, pode haver pressão na parte de trás dos joelhos. O ideal é que haja pelo menos três dedos de distância para que as veias não sejam pressionadas e não comprometam a circulação. Mantenha o quadril dobrado em quase 90 graus e o joelho dobrado em 60 graus.

Durante a regulagem do encosto, a coluna deve ficar em contato total com ele. Incliná-lo demais pode aumentar o risco de deslizar sob o cinto numa situação de colisão. Por outro lado, o encosto mais reto deixa os músculos tensos, provocando desconforto. O melhor ângulo é entre 100 e 120 graus.

 

Posicionando as pernas, os braços, as mãos e a cabeça

A postura correta para dirigir requer atenção e cuidados que incluem todas várias partes do corpo.

Para a posição certa das pernas, regule a distância do banco em relação ao painel, pressionando o acelerador ou a embreagem até o fundo. Cuide para que o joelho fique levemente flexionado. Em repouso, deixe a planta do pé totalmente em contato com o piso.

Quanto aos braços, ao segurar o volante, o cotovelo precisa ficar levemente dobrado. Para conferir se acertou na angulação, verifique se as mãos se juntam no alto do volante, sem que os ombros se desloquem do banco.

Já as mãos, devem segurar o volante na posição equivalente a dos ponteiros de um relógio marcando 10h10 ou 9h15. Desta maneira, fica mais fácil girar o volante rapidamente, caso seja necessário.

A cabeça também deve estar apoiada adequadamente. Para isso, levante o apoio até que a linha dos olhos fique na metade do encosto. Se for possível, deixe sobrar uma pequena folga aproximadamente dois dedos do apoio.

 

Ajustando o cinto de segurança, os espelhos e o volante

Uma parte superior do cinto deve ficar no meio do ombro. Assim, se houver uma batida, não haverá risco de impor o motorista ou escapar do peito. Puxe uma parte inferior para que não fique folgada sob o abdome. Ele deve ficar justo, mas confortável e nunca aberto.

Os espelhos são itens indispensáveis ??de segurança e não podem ser deixados de lado. O retrovisor interno deve ser regulado primeiro, de forma que todo o ambiente atrás do carro seja visualizado. Os externos devem estar alinhados no centro do espelho e mostrar o mínimo possível de carroceria. Isso ajuda a diminuir os pontos cegos.

Se der para regular ou volante, faça isso de forma que dê para ver tudo, sem precisar mexer a cabeça para ler algo. Deixe na altura dos ombros.

Dirigir exige que você esteja atento ao trânsito. Se você sentir algum tipo de dor ou incômodo, sua atenção está voltada para desconforto e isso prejudica sua saúde e segurança. Portanto, busque a postura correta para dirigir. Ela só depende dos hábitos certos.

Em casos de dores frequentes na coluna, consulte um médico especialista.

 

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O que fazer se meu carro for clonado?

A clonagem de veículos é um grande problema no Brasil e pode dar muita dor de cabeça as vítimas deste golpe. Carro clonado, também conhecido popularmente como “dublê”, é, conforme o Conselho Nacional de Trânsito – Contran, um automóvel cuja placa de identificação veicular foi utilizada em outro veículo.

Carros com placas falsas geralmente apresentam as mesmas características do carro original como, por exemplo, marca cor e modelo. A princípio, muitos proprietários nem percebem que existe um problema.

O primeiro indício de que houve clonagem é o recebimento de infrações que você nunca cometeu, em lugares onde você também não esteve. Se você teve o carro clonado ou deseja comprar um carro usado leia as observações que seguem.

Como acontece a clonagem de carros?

Primeiramente os criminosos fazem a adulteração do chassi do veículo. Depois o veículo é colocado à venda no mercado, com uma identificação falsa.

Alguns criminosos, para enganarem os possíveis compradores também apresentação uma documentação falsificada. Deste modo, quem adquire o carro clonado roda com o Certificado de Registro de Licenciamento de Veículos (CRLV) e o Certificado de Registro de Veículos (CRV) ilegais.

Tive o carro clonado, o que fazer?

– Se infelizmente você teve o carro clonado, deve tomar algumas medidas.

Primeiramente, deve ser feito o registro do Boletim de Ocorrência, B.O, em uma delegacia. Assim, a vítima pode provar sua inocência, casso o carro clonado seja utilizado em crimes.

– Reúna documentos e comprovante de compra do carro. Além disso, fotos do veículo também servem como provas. Então, a Polícia vai verificar se você é a vítima e fará a emissão do Laudo do Carro Falso.

– Compareça ao Detran do seu estado para comunicar o problema do carro clonado. Esteja com os documentos básicos em mãos. São eles: laudo de vistoria veicular, CRLV, CRV, fotos do veículo original e se possível, algum registro do veículo clonado. Ainda, é necessário apresentar documentos como RG e CPF. Vale lembrar que outros documentos também podem ser solicitados.

– Solicite uma vistoria de identificação veicular.

Por fim, confirmada a clonagem, o Detran solicitará a troca da placa do veículo, assim como a emissão dos novos CRLV e CRV.

Se acaso houverem multas do carro adulterado, ou pontuações na CNH em decorrência da clonagem, o proprietário do veículo original poderá recorrer junto ao órgão que aplicou a punição. De acordo com a Lei, cada órgão de trânsito tem responsabilidade sobre as multas que aplica.

Quero comprar um carro, como saber se ele é clonado?

Quem deseja adquirir um carro usado deve observar uma série de fatores antes de efetuar a compra. Alguns indícios podem indicar se o veículo é clonado, fique atento:

– Nos sites dos Detrans estaduais é possível obter uma declaração de “nada consta” do veículo. Além disso, também dá para conferir documentos roubados, furtados, extraviados e ainda, conferir a placa.

– Consulte o histórico. Pesquise se há pendências financeiras ou legais. Se houver, regularize a situação antes de fazer a compra.

– Desconfie de preços muito baixos. Contudo, vale lembrar que alguns criminosos não oferecem grandes descontos a fim de não levantar suspeitas.

– Sempre opte por comprar carro em lojas e agências conhecidas. Procure informações sobre a reputação do estabelecimento na internet e em sites de defesa ao consumidor.

– Peça os documentos originais.

– Suspeite quando o carro estiver em nome de terceiros. Além disso, transferir o dinheiro do pagamento para uma conta em nome de terceiros também pode ser indício de que algo está errado.

– Documentos em segunda via também devem ser checados.

– Verifique se a numeração do chassi nos vidros do carro está com alguma alteração. Além disso, veja se o número confere com o impresso nos documentos CRV e CRLV.

– Tente identificar possíveis retoques nos dígitos do chassi. Você pode, por exemplo, usar uma estopa molhada com removedor de esmaltes e vernizes. Aplique sobre os números. Se a tinta for removida com facilidade, pode desconfiar!

– Observe se há algum tipo de desgaste no arame de lacração.

– Peça ao vendedor o manual e a chave reserva. Se ele tiver, é um bom sinal.

– Também é bom verificar os dados de identificação do vendedor, solicitando que ele represente um documento válido.

Comprei um carro, mas descobri que ele é clonado

Se você caiu no golpe não está desesperado, é possível reverter uma situação.

Primeiramente, adquira uma delegacia para registro e ocorrência em seguida, registre uma situação no Detran para averiguação. Dessa maneira, será possível fazer a regularização do carro clonado desde que fique comprovado o consumidor que comprou o carro ou não tenha fé.

Alguns especialistas ainda orientam quem o comprador entre em um processo judicial contra o vendedor, pois em muitos casos é possível solicitar indenizações por danos morais e materiais.

Obviamente, uma clonagem de carros é ilegal! O contraventor deve responder por crime conforme o Artigo 311 do Código Penal Brasileiro.

 

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Brasil é premiado por ações no trânsito

A redução das mortes e acidentes de trânsito é uma luta constante. Embora ainda haja um grande número de ocorrências deste tipo, já temos o que comemorar. As ações no trânsito promovidas pelo Brasil foram premiadas, no último dia 23 em Nova York, com o Prêmio da Força Tarefa Interagências da Organização das Nações Unidas – ONU. A honraria vem em resposta às representativas quedas nas taxas de mortes em acidentes de trânsito registradas no país.

O prêmio é, segundo o governo, o reconhecimento à colaboração do Brasil para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODSs, que foram estabelecidos em 2015, com planos de ação em diferentes áreas, a serem executados até 2030.

Além de premiar as ações no trânsito, o prêmio da ONU também agraciou as ações do governo brasileiro no combate ao tabagismo. Houve uma queda de 40% na taxa de fumantes no Brasil, nos últimos doze anos.

Ações no trânsito salvam vidas

A premiação da ONU é um reconhecimento às políticas públicas e ações no trânsito desenvolvidas no Brasil. Assim, a escolha do Brasil pela ONU foi baseada em resultados positivos apresentados pelo país. Entre 2010 e 2017 foi registrada uma diminuição de 17,4 % no número de mortos em acidentes. O número de vítimas fatais passou de 42.844 para 35.374.

Mas é importante destacar que mesmo com números animadores ainda há muito o que ser feito. Direção segura, prudência e fiscalização são fatores primordiais para garantir que estas taxas continuem diminuindo.

Programa Vida no trânsito

O programa Vida no Trânsito, criado em 2010, também foi agraciado pelo prêmio oferecido pela Organização das Nações Unidas. A principal meta desta ação é reduzir em 50% o número de óbitos em acidentes de trânsito até o ano de 2020.

Assim, são desenvolvidas e aplicadas diversas ações no trânsito. A fim de atingir seus objetivos, o Ministério de Saúde, em parceria com Estados e Municípios, executa diversas atividades, por exemplo, intervenções na engenharia do trânsito, fiscalizações, campanhas educativas e ações de atenção às vitimas de acidentes.

Implantado em 26 capitais e em outros 26 municípios, o programa Vida no Trânsito abrange uma população de aproximadamente 50,6 milhões de habitantes e segue auxiliando os governos municipal, estadual e federal na adoção de medidas de prevenção de acidentes e redução de óbitos no trânsito.

As cidades que mais se engajaram na execução do programa apresentaram redução superior a 40%, dentre elas:

  • Aracaju, com redução de 55,8%.
  • Porto Velho – 52%
  • São Paulo – 46,7%
  • Belo Horizonte – 44, 7%
  • Salvador – 42,7%
  • Maceió – 41,9%

Índices melhoram, mas ações no trânsito devem continuar

Embora os indicativos mostrem redução nas mortes em acidentes de trânsito, ainda há muito o que ser feito para melhorar a segurança no trânsito no Brasil.

De acordo com relatório publicado pelo Conselho Federal de Medicina, CFM, a cada uma hora, cinco pessoas morrem vítimas de acidentes de trânsito no Brasil.

Ainda segundo o Conselho, um balanço feito separadamente, revela que houveram cerca de 1,6 milhões de feridos em acidentes nos últimos 10 anos. A saber, este número de acidentes custou quase três bilhões de reais ao Serviço único de Saúde, o SUS. As informações são do portal G1.

Além disso, conforme dados obtidos pelo jornal O Globo, por meio da Lei de Acesso à Informação, após o desligamento dos radares nas rodovias federais, os acidentes graves registraram um leve aumento. A taxa de acidentes com mortos ou feridos tiveram uma alta de 2% entre janeiro e julho deste ano.

Sobre o perfil dos acidentados dos últimos dez anos, ainda conforme o CFM, quase 80% das vítimas era do sexo masculino. Em relação à faixa etária, 60% dos casos envolveram pessoas com idade entre 15 e 39 anos.

Dicas para aumentar a segurança no trânsito

Além das ações no trânsito já vigentes, existem outras formas de se evitar acidentes nas ruas, vias e estradas brasileiras. Lembrando que todas tem a mesma base: prudência. Seja responsável com a sua vida e a dos outros, e faça uma viagem tranquila!

  • Primeira regra de ouro: use o cinto de segurança, sempre! Pessoas sem cinto geralmente são arremessadas em casos de acidentes. Segundo alguns dados, tem cinco vezes mais chances de morrer do que quem não é ejetado.
  • Respeite os limites de velocidade.
  • Mantenha a distância de segurança com o veículo da frente.
  • Nunca use o celular quando estiver ao volante. A distração ao falar, ver redes sociais ou enviar uma mensagem aumenta em 400% a chance de acidentes.
  • Faça manutenção preventiva do veículo.
  • Nunca assuma ou volante esteja sob o efeito de álcool. O álcool altera os reflexos, concentra e diminui a coordenação motora.
  • Esteja sempre atenta à sinalização e ao uso das luzes

Se cada um fizer sua parte, o trânsito será mais seguro para todos! E para aumentar a segurança, conheça como vantagens da proteção veicular para seu carro. Entre em contato com o Lions e faça uma cotação.

 

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