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Serviço de reboque de veículos: veja como funciona!

Já aconteceu do seu carro dar uma pane inesperada e você precisar do serviço de reboque? Essas situações podem acontecer até mesmo se a manutenção for feita em dia. Mas, quem possui proteção veicular pode se livrar de vários inconvenientes e imprevistos do dia a dia.

A proteção veicular oferece o serviço de reboque e você ainda pode contar com outras ajudas como:

  • táxi;
  • troca de pneu (a Lions não efetua essa troca, fazemos apenas a remoção do carro até a borracharia mais próxima para que o associado possa efetuar o conserto do pneu);
  • falta de combustível;
  • socorro elétrico e mecânico.

Porém, muitas vezes quando um desses imprevistos acontecem a primeira coisa que o motorista pensa é em ligar para o serviço de reboque.

Agora o que fazer se precisar do reboque de veículos? Como esse serviço funciona e de que maneira é possível ter acesso a ele? É o que vamos explicar neste post. Continue lendo!

Afinal, o que é o serviço de reboque?

O reboque é uma garantia oferecida pelas associações de proteção veicular, quando assim estiver especificado em contrato. Nesse caso, você tem direito a ser atendido por um guincho no limite de distância determinado pela associação, no caso da Lions o associado pode contar com até 2.000km de reboque.

Quando algum problema ocorrer, basta entrar em contato com a central. O serviço pode ser acionado a qualquer hora do dia. No entanto, existem algumas situações previstas que permitem a solicitação do reboque.

Em quais casos é possível solicitar o serviço de reboque?

Seu veículo apresentou algum problema? O reboque ajuda a resolver a situação! É claro que, para isso, é necessário que o imprevisto se enquadre em alguma das categorias abaixo. Quer saber quais são elas? Confira!

Pane mecânica ou elétrica

Os problemas referentes a vazamento de mangueira, cabos oxidados, bateria descarregada ou necessidade de trocar os fusíveis se enquadram nessa classificação. Mesmo que o seu carro receba manutenção com frequência, a proteção veicular está disponível para você.

A Lions conta com o serviço de assistência 24 horas e o socorro para pane seca se enquadra nesse benefício.

Troca de pneus

Seu pneu furou no meio do caminho e você está sem o estepe? Ou tem dificuldades para fazer a troca e precisa de ajuda? O reboque de veículos da proteção veicular ajuda nesses casos! Esse imprevisto, geralmente, é ocasionado por ruas esburacadas, desniveladas etc. De toda forma, o serviço encaminhará seu veículo até a borracharia credenciada mais próxima.

Falta de combustível

O ponteiro do combustível saiu da reserva e você nem percebeu? É só ligar para o reboque. Esse serviço leva seu veículo até o posto mais próximo para evitar que você leve uma multa. Perceba que a opção está disponível tanto por desatenção quanto por um problema de marcação errada no painel.

O que acontece depois de acionar o serviço de reboque?

Quando o serviço de reboque é acionado, é preciso esperar até o guincho chegar. Depois, o automóvel será encaminhado até uma oficina mecânica, borracharia, posto de combustível etc.

Para não deixar você na mão, ainda há a opção de voltar de táxi e requerer um carro reserva pelo prazo de 7, 15, 30 ou 45 dias, ou ainda ilimitado, a depender da situação. Assim, você tem direito a todos os benefícios previstos em contrato e evita contratempos.

Por isso, sempre conte com o serviço de reboque! Essa opção precisa estar prevista pela associação de proteção veicular — portanto, tenha atenção. Mais que isso, conte com uma empresa segura, que oferecerá essa opção quando necessário e sem burocracias.

Procura uma associação que oferece todos esses benefícios e ainda tem credibilidade e reputação no mercado? Conheça a Lions Proteção Veicular e faça a sua simulação agora mesmo!

Além disso, você pode acessar as redes sociais da Lions e ficar por dentro de todas as novidades: Facebook, Instagram e LinkedIn.

 

5 diferenças entre seguro e proteção veicular

Seguro e Proteção Veicular. Quando você compra um carro é importante pensar em prevenção. Nesse momento a proteção veicular é uma opção diferenciada para a cobertura de imprevistos. Apesar de similares, esses dois serviços têm diferenças cruciais que podem impactar seu bolso.

Entender como cada um deles funciona é o primeiro passo para definir aquele que se ajusta melhor às suas necessidades. Então conheça as particularidades de cada uma das modalidades e as 5 principais diferenças entre proteção veicular e seguro.

Quer saber mais? É só continuar a leitura!

1. Formato de adesão do seguro e proteção veicular

A contratação de cobertura para um veículo pode ser realizada para os veículos novos, seminovos ou usados. O processo de adesão é diferente. O seguro possui exigências e burocracias, como a inspeção do automóvel e dados do proprietário.

É o caso de responder a questionamentos, como:

  • local em que o carro ficará estacionado, ou seja, se a vaga é aberta, fechada, rotativa, se fica mais na rua etc.;
  • frequência de utilização do veículo, isto é, se será usado mais em viagens ou na cidade, se as distâncias percorridas são longas;
  • quantidade de motoristas que conduzirão o automóvel;
  • idade das pessoas que vão dirigir o carro;
  • se o veículo será utilizado para fins comerciais ou não, entre outras informações.

Todos esses — e outros — fatores interferem no valor a ser pago para adesão ao seguro. Além disso, há a inspeção do automóvel para verificar suas condições.

Na proteção veicular também é realizada a inspeção do veículo, mas o perfil do condutor não influencia no valor da cobertura. Isso acontece porque o formato de gestão das associações, foi criado para atender com maior facilidade qualquer tipo de condutor independente do seu perfil.

O valor pago por um associado é inserido em um fundo comum para utilização quando necessário. Ou seja, você se associa assinando um termo de adesão e passa a ter direito de utilização do fundo financeiro, quando necessário. Para manter a sua cobertura em dia, cada associado para uma mensalidade calculada sob o valor do veículo coberto.

Cotação de Proteção Veicular

 

2. Apólice e contrato do seguro e proteção veicular

A contratação do seguro oferece uma apólice, na proteção veicular você terá um contrato que com as cláusulas do serviço. No caso da primeira modalidade, a apólice é o documento que determina as responsabilidades da empresa e também as suas, enquanto interessado na negociação.

Fica descrito, por exemplo, quais serviços serão prestados, o valor da franquia (a ser paga em caso de incidente), como acionar a seguradora etc.

Na proteção veicular, não existe apólice, a documentação é substituída pelo contrato de associação. Ele também determina os direitos e deveres de ambas as partes. Ao mesmo tempo, especifica como os serviços serão prestados e os prazos de seu cumprimento, a fim de que você esteja resguardado.

3. Regulamentação de seguro e proteção veicular

Muita gente diz que somente os seguros são regulamentados pela lei brasileira. Isso é um mito. A proteção veicular também tem o suporte de uma entidade forte, que determina as melhores práticas a serem seguidas por todos os membros.

No caso dos seguros, a sujeição está relacionada ao Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), que é regulamentado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Com isso, as garantias legais dos clientes estão fornecidas.

Ainda assim, há muitos casos de reclamações com seguradoras. Para você ter uma ideia, entre 1º de janeiro e 25 de julho de 2018, o total de reclamações chegou a quase 4 mil.

No caso das associações de proteção veicular, as diretrizes são definidas pelo Código Civil e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). Além disso, o Projeto de Lei 3.139/2015, em processo de aprovação, visa à regularização da atuação dessas entidades justamente por serem uma alternativa para evitar os custos altos dos seguros de automóveis.

É importante esclarecer que a modalidade de associações de proteção de bens já existe no mundo há mais de 50 anos. Países como Estados Unidos, Canadá, Espanha, França, entre outros, já utilizam este formato com muito sucesso.

4. Relacionamento

O relacionamento entre você e o seguro ou a proteção veicular é diferente. No caso da primeira modalidade, sua posição é a de um cliente. A seguradora vende um serviço e o cliente segue as regras da apólice, sem espaço para questionamentos.

Na proteção veicular, você é um associado. Ou seja, na prática, é como se você fizesse parte da gestão do fundo financeiro, porque as associações seguem a prerrogativa da economia compartilhada, que está em alta no mundo todo.

Isso significa que o associado deverá cumprir com as regras do contrato, mas em contrapartida terá chance de negociar, conversar e explicar a sua situação sempre que necessário. Em suma, você é um sócio que tem deveres e benefícios diferenciados.

5. Cobertura

Tanto o seguro quanto a proteção veicular oferecem coberturas básicas e adicionais. As mais comuns em ambas as modalidades são:

  • roubos;
  • furtos;
  • incêndios;
  • danos a terceiros;
  • colisões e mais.

São oferecidas assistência 24 horas, carro reserva e proteção para vidros, como adicionais. Além dos serviços acima a proteção veicular oferece o rastreamento e monitoramento do automóvel, uma medida importante para situações de roubos e furtos.

Agora que você entende as principais diferenças entre o seguro e 10proteção veicular, entre em contato com a Lions antes de tomar a sua decisão. Conheça mais sobre a Proteção Veicular Lions e seus benefícios. É possível optar por um serviço mais barato sem correr riscos.

Então, que tal entender qual oferece o melhor custo-benefício? Faça uma simulação de valores entre o seguro e a proteção veicular. Acesse nosso site www.lionsprotecaoveicular.com.br

4 dicas para perder o medo de dirigir

Você tem medo de dirigir? Se sua resposta é “sim”, acredite: há mais pessoas nessa situação. Tanto é que o Detran do Distrito Federal (Detran-DF) criou um curso gratuito para a superação desse receio, que, em alguns casos, chega a ser uma fobia.

Achou exagerado? Na verdade, não é. A estimativa é que 2 milhões de brasileiros tenham receio de conduzir um veículo. O dado é da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego, que ainda determina que, do total, 80% são mulheres.

Os motivos são variados: estresse, traumas, medo do fracasso, desgastes físico e mental e até transtornos comportamentais. Qualquer que seja a causa, é importante ultrapassar esse desafio e conquista sua liberdade.

Se esse é o seu objetivo, saiba que este post foi feito para você! Aqui vamos apresentar 4 dicas para deixar o medo da direção para trás e atingir outro patamar no seu relacionamento com os veículos. Então, que tal saber quais são elas?

1. Conheça a causa do seu medo de dirigir

Como destacamos, os motivos que levam a esse receio são variados. Muitas pessoas têm apenas ansiedade, gerada pelo trânsito intenso. O problema é que isso pode gerar outros sintomas, como tremores, tensão muscular, falta de ar, irritação e insônia.

Outras pessoas são perfeccionistas e não aceitam qualquer erro na hora da condição. Ainda há vergonha, raiva, traumas passados devido a acidentes, insegurança devido à má formação dos motoristas e mais.

Por isso, vale a pena fazer uma autoanálise e descobrir o aspecto que mais influencia no seu caso. Além disso, consultar um psicólogo é uma opção viável. Com a ajuda desse profissional, você consegue se reequilibrar e controlar o lado emocional para colocar a direção em prática.

2. Tenha alguém de confiança ao seu lado

No começo, é importante ter alguém ao seu lado para evitar que o medo te paralise. Tenha em mente que o ideal é a pessoa ser paciente e calma para evitar sustos em situações mais tensas que podem surgir pelo caminho.

Depois que conseguir alguém com essa característica, comece a praticar. Primeiro, ande em locais mais afastados do trânsito complicado e ruas bem tranquilas.

Aproveite os finais de semana para fazer isso, porque há menos movimento.
Também treine o estacionamento em vagas. Uma boa ideia é fazer na garagem de casa, porque ali você saberá como deve colocar o carro da maneira mais correta e fácil.

Só depois de dirigir com tranquilidade é que você deve ir para ruas com trânsito mais intenso. Ainda assim, vale a pena evitar distrações no começo, como animais de estimação, crianças, celular no alto e música. Pegue bem o jeito primeiro. Assim, ficará mais fácil aprender e perder o medo de dirigir.

3. Defina metas progressivas

Você acha que as metas se referem a outras áreas da sua vida, mas não têm nada a ver com a direção? Está enganado! Quando você define seu objetivo maior — que é dirigir sem medo — pode determinar ações menores que te ajudarão a chegar lá!

É o caso de definir primeiro que quer dar uma volta na sua conduzindo o seu carro. Ou que vai dirigir até determinada parte do trajeto. Vá com calma e de acordo com o que seu medo permite. Aos poucos, você supera essas primeiras barreiras e, então, consegue ultrapassar esse desafio.

4. Faça um curso de direção para habilitados

Para você, esse é o fundo do poço? Tira essa ideia da cabeça agora! Os cursos de direção para habilitados oferecem várias dicas práticas que complementam o que você aprendeu na autoescola. Além disso, você tem a chance de treinar com o seu carro e perder o medo conduzir seu veículo em lugares mais movimentados.

De quebra, o instrutor pode ajudar a trabalhar seu psicológico. Quer algo melhor? É assim que você consegue tirar a pulga atrás da orelha e colocar o seu melhor em prática.

Então, que tal começar? Seguindo essas 4 dicas, você perde o medo de dirigir e aproveita todo o seu potencial! Depois disso, é só proteger o seu automóvel.
Quer saber como? Entenda mais sobre a proteção veicular e o seguro e saiba o que sai mais em conta.

Multa por pneu careca

Você sabia que pode levar uma multa por pneu careca? Muita gente desconhece essa informação — e sofre uma infração grave por falta de cuidado.

Nesse momento, você pode dizer que não há nada desse tipo especificado no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). É verdade, mas o que esse documento e as resoluções do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) consideram é o tráfego de veículos em mau estado de conservação.

Para entender melhor essa relação e as características desse tipo de multa, criamos este artigo. Assim, você garante sua segurança e evitar levar pontos na carteira. Então, que tal saber mais?

 

Como funciona a multa por pneu careca?

O CTB não traz o termo pneu careca, mas especifica que é proibido “conduzir o veículo em mau estado de conservação, comprometendo a segurança”. Por sua vez, o Contran determina que os sulcos devem ter, pelo menos, 1,6 mm.

Essa regulamentação orienta a fiscalização dos motoristas e indica que o gasto excessivo dos pneus, ainda que não estejam carecas, já são passíveis de multas.

Esse processo pode ser feito pela observação do agente ou também com a ajuda de um dispositivo que mensura a profundidade dos sulcos.

Em caso de multa, a infração é grave. Por isso, corresponde a 5 pontos na carteira de motorista e pagamento equivalente a R$ 195,23.

O que significa ter pneu careca?

O pneu careca é aquele que tem a banda de rodagem lisa — ou seja, a parte que está em contato direto com a pista — ou com sulcos menores que 1,6 mm. Quando há essa situação, há menor aderência com o asfalto.

Com isso, há redução das chances de derrapagem e aumento do potencial de acidentes. Essa situação é gerada até quando o asfalto está bom estado e totalmente seco, mas se torna pior para pisos molhados.

É importante destacar que os sulcos servem para escoar a água e assegurar a estabilidade do veículo. Por isso, quando estão inexistentes, há chance de aquaplanagem, ou seja, o motorista perde o controle do carro, que derrapa na pista que contém água acumulada.

Cotação de Proteção Veicular

 

Quais detalhes são importantes para evitar a multa por pneu careca?

O condutor precisa estar atento ao estepe. Esse pneu sobressalente também deve estar em boas condições de uso, isto é, nunca deve estar careca, murcho ou furado.

Caso o seu estepe esteja nessa condição, você pode ser enquadrado no artigo 230 do CTB. Ele indica o tráfego “sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante”. A penalidade é a mesma do pneu careca, isto é, 5 pontos na carteirae multa de R$ 195,23.

Além disso, caso você receba uma multa por pneu careca, o veículo será retido até a regularização, inclusive com a possibilidade de ser levado para depósito. Caso o estepe esteja em dia e você faça a troca na hora, terá o automóvel liberado.

Em situações mais específicas, o agente fiscalizador pode recolher o Certificado de Licenciamento Anual e emitir um recibo e um prazo para a troca do pneu careca. Com a regularização, basta apresentar o carro à autoridade competente e o documento é devolvido.

Agora você já sabe que pode levar multa por pneu careca e precisa cuidar com essa infração. Então, que tal manter o veículo em dia, evitar acidentes e ainda estar dentro do que o CTB determina? Essa é a melhor maneira de impedir a ocorrência de surpresas desagradáveis.

Se você quer proteger ainda mais o seu automóvel, conte com a proteção veicular da Lions! Faça a sua simulação e veja como ficaria um plano para o seu caso.

 

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Qual a importância de respeitar a placa de parada obrigatória?

Você já sabe que é preciso respeitar a placa de parada obrigatória, mas é comum ver motoristas ignorando o aviso. A situação é tão preocupante, que somente nos primeiros seis meses de 2017, o total de infrações relacionadas a essa exigência aumentou 161%, na cidade de São Paulo. O que essa situação acarreta?

As consequências são variadas — e demonstram a importância de cumprir as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) Para entender melhor, neste post vamos explicar por que existe essa obrigatoriedade. Vamos lá?

 

O Código de Trânsito Brasileiro

O CTB é a diretriz máxima do trânsito brasileiro e deve ser seguido por todos os condutores. Segundo seu artigo 208, o avanço em um sinal de parada obrigatória é uma infração gravíssima.

A placa vermelha em formato octogonal e na qual está escrito “Pare” é tipificada como R-1 pelo Detran. Ela é implantada sobretudo para reforçar a obrigação de dar preferência à outra via. Assim, o motorista tem o dever de fazer uma parada momentânea para verificar a oportunidade de passagem.

É importante destacar que a atitude de muitos motoristas de apenas reduzir a velocidade ao passar pelo cruzamento com essa placa é incorreto. Essa ação pode implicar multas, como veremos a seguir.

Isso acontece porque, conforme o Detran, a parada obrigatória é exigida sempre que a redução da velocidade é insuficiente. Esse é o caso de um cruzamento em que não há semáforo.

 

A placa de parada obrigatória

O desrespeito à placa de sinalização “Pare” implica sobretudo a aplicação de multa de R$ 293,47 e tem a mesma gravidade de avançar um sinal vermelho. O enquadramento pelo CTB é como gravíssima, com determinação de sete pontos na carteira de habilitação.

Como indicamos, mais que reduzir a velocidade, é exigido parar totalmente no cruzamento para, então, verificar a possibilidade de cruzamento e continuar o caminho. Esse é o primeiro passo para respeitar a placa de parada obrigatória.

Além dessa prática, é importante reduzir a velocidade assim que visualizar a placa, para evitar freadas bruscas. Deixe os veículos que estiverem se aproximando passarem e, somente depois disso, continue o percurso. Desse modo, você consegue dirigir mais tranquilo.

A importância de respeitar a placa de parada obrigatória

Todos os municípios implementam a placa de “Pare” somente quando há necessidade. São feitos estudos técnicos para identificar o impacto no trânsito, com o objetivo de reduzir acidentes e melhorar a mobilidade.

Quando o motorista opta por ignorar a sinalização, descumpre um procedimento de direção e corre diversos riscos. O principal é o de acidente, que pode ocasionar apenas prejuízos físicos ou até um problema maior, inclusive morte.

A aplicação de multas, com pontos na carteira, é outra consequência negativa. È importante lembrar que o limite de pontos no ano é de 20. O condutor que ultrapassar essa quantidade perderá o direito de dirigir por seis meses.

No que se refere à multa, ela pode ser paga em seguida ou depois de algum tempo. No entanto, é impossível pegar o novo documento sem quitar a dívida — inclusive se você pagou o licenciamento.

Assim, fica claro que a placa de parada obrigatória deve ser respeitada, seja porque você deseja evitar multas, seja porque tem consciência e pretende impedir a ocorrência de acidentes. De toda forma, a regra é sempre essa: quando todos os motoristas respeitam o trânsito, o tráfego flui melhor.

Agora que você viu por que vale a pena respeitar a parada obrigatória, confira como dirigir na chuva com atenção redobrada e cuidados extras.

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