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IPVA 2019 — quando começar a pagar?

Um novo ano está começando e os proprietários de veículos têm uma preocupação: o IPVA 2019. As datas de pagamento variam conforme o estado, já que essa determinação é feita pelo Detran — isto é, não existe uma regra específica delimitada pelo Denatran.

Diante da complexidade desse assunto, criamos este post para apresentar quais são as regras para cada unidade da federação. Que tal conferir?

 

IPVA 2019 Alagoas (AL)

O governo estadual ainda não divulgou a tabela de pagamento, mas há uma notícia positiva para quem utiliza o gás natural veicular (GNV) como combustível: a redução no imposto ficará entre 45% e 54%. Caso você queira obter esse desconto, mas ainda não tenha o kit instalado, pode fazer o procedimento e passar pela vistoria do Detran até janeiro.

 

IPVA 2019 Bahia (BA)

O tributo é calculado de acordo com a tabela Fipe, que repassa o valor médio de mercado dos automóveis. A tabela de pagamento não foi divulgada, mas é possível fazer a consulta por meio do site da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).

 

IPVA 2019 Distrito Federal (DF)

O pagamento é feito em até quatro parcelas, desde que o valor mínimo seja de R$50. A guia é emitida pelo site da Sefaz. Segue a tabela já divulgada:

  • final de placa 1 ou 2: cota única ou primeira parcela em 18 de fevereiro, segunda em 18 de março, terceira em 15 de abril e quarta em 20 de maio;
  • final de placa 3 ou 4: cota única ou primeira parcela em 19 de fevereiro, segunda em 19 de março, terceira em 16 de abril e quarta em 21 de maio;
  • final de placa 5 ou 6: cota única ou primeira parcela em 20 de fevereiro, segunda em 20 de março, terceira em 17 de abril e quarta em 22 de maio;
  • final de placa 7 ou 8: cota única ou primeira parcela em 21 de fevereiro, segunda em 21 de março, terceira em 18 de abril e quarta em 23 de maio;
  • final de placa 9 ou 0: cota única ou primeira parcela em 22 de fevereiro, segunda em 22 de março, terceira em 19 de abril e quarta em 24 de maio.

 

IPVA 2019 Espírito Santo (ES)

Há um desconto de 5% para quem pagar o IPVA em cota única até o primeiro vencimento.

A tabela é a seguinte:
  • final de placa 1: cota única ou primeira parcela em 8 de abril, segunda em 9 de maio, terceira em 10 de junho e quarta em 10 de julho;
  • final de placa 2: cota única ou primeira parcela em 9 de abril, segunda em 10 de maio, terceira em 11 de junho e quarta em 11 de julho;
  • final de placa 3: cota única ou primeira parcela em 10 de abril, segunda em 13 de maio, terceira em 13 de junho e quarta em 15 de julho;
  • final de placa 4: cota única ou primeira parcela em 11 de abril, segunda em 14 de maio, terceira em 14 de junho e quarta em 16 de julho;
  • final de placa 5: cota única ou primeira parcela em 12 de abril, segunda em 15 de maio, terceira em 17 de junho e quarta em 17 de julho;
  • final de placa 6: cota única ou primeira parcela em 15 de abril, segunda em 16 de maio, terceira em 18 de junho e quarta em 18 de julho;
  • final de placa 7: cota única ou primeira parcela em 16 de abril, segunda em 17 de maio, terceira em 19 de junho e quarta em 19 de julho;
  • final de placa 8: cota única ou primeira parcela em 17 de abril, segunda em 20 de maio, terceira em 24 de junho e quarta em 24 de julho;
  • final de placa 9: cota única ou primeira parcela em 18 de abril, segunda em 21 de maio, terceira em 25 de junho e quarta em 25 de julho;
  • final de placa 0: cota única ou primeira parcela em 22 de abril, segunda em 22 de maio, terceira em 26 de junho e quarta em 26 de julho.

 

IPVA 2019 Goiás (GO)

Não foi divulgado pagamento com desconto. Porém, a tabela já está disponível. Confira:

  • final de placa 1: cota única ou primeira parcela em 30 de janeiro, segunda em 25 de fevereiro e terceira em 27 de março;
  • final de placa 2: cota única ou primeira parcela em 5 de fevereiro, segunda em 7 de março e terceira em 5 de abril;
  • final de placa 3: cota única ou primeira parcela em 7 de março, segunda em 5 de abril e terceira em 6 de maio;
  • final de placa 4: cota única ou primeira parcela em 5 de abril, segunda em 6 de maio e terceira em 5 de junho;
  • final de placa 5: cota única ou primeira parcela em 6 de maio, segunda em 5 de junho e terceira em 5 de julho;
  • final de placa 6: cota única ou primeira parcela em 5 de junho, segunda em 5 de julho e terceira em 5 de agosto;
  • final de placa 7: cota única ou primeira parcela em 5 de julho, segunda em 5 de agosto e terceira em 5 de setembro;
  • final de placa 8: cota única ou primeira parcela em 5 de agosto, segunda em 5 de setembro e terceira em 7 de outubro;
  • final de placa 9: cota única ou primeira parcela em 5 de setembro, segunda em 7 de outubro e terceira em 7 de novembro;
  • final de placa 0: cota única ou primeira parcela em 30 de setembro, segunda em 30 de outubro e terceira em 29 de novembro.

IPVA 2019 Goiás (GO)

Não foi divulgado pagamento com desconto. Porém, a tabela já está disponível. Confira:

  • final de placa 1: cota única ou primeira parcela em 30 de janeiro. Segunda em 25 de fevereiro e terceira em 27 de março;
  • final de placa 2: cota única ou primeira parcela em 5 de fevereiro. Segunda em 7 de março e terceira em 5 de abril;
  • final de placa 3: cota única ou primeira parcela em 7 de março. Segunda em 5 de abril e terceira em 6 de maio;
  • final de placa 4: cota única ou primeira parcela em 5 de abril. Segunda em 6 de maio e terceira em 5 de junho;
  • final de placa 5: cota única ou primeira parcela em 6 de maio. Segunda em 5 de junho e terceira em 5 de julho;
  • final de placa 6: cota única ou primeira parcela em 5 de junho. Segunda em 5 de julho e terceira em 5 de agosto;
  • final de placa 7: cota única ou primeira parcela em 5 de julho. Segunda em 5 de agosto e terceira em 5 de setembro;
  • final de placa 8: cota única ou primeira parcela em 5 de agosto. Segunda em 5 de setembro e terceira em 7 de outubro;
  • final de placa 9: cota única ou primeira parcela em 5 de setembro, segunda em 7 de outubro e terceira em 7 de novembro;
  • final de placa 0: cota única ou primeira parcela em 30 de setembro. Segunda em 30 de outubro e terceira em 29 de novembro.

 

IPVA 2019 Minas Gerais (MG)

Há uma redução de 3% no imposto, se comparado ao ano anterior. A guia de pagamento deve ser emitida pelo site da Sefaz. A tabela foi divulgada e apresenta as seguintes datas:

  • final de placa 1 ou 2: cota única ou primeira parcela em 14 de janeiro. Segunda em 14 de fevereiro e terceira em 14 de março;
  • final de placa 3 ou 4: cota única ou primeira parcela em 15 de janeiro. Segunda em 15 de fevereiro e terceira em 15 de março;
  • final de placa 5 ou 6: cota única ou primeira parcela em 16 de janeiro. Segunda em 18 de fevereiro e terceira em 18 de março;
  • final de placa 7 ou 8: cota única ou primeira parcela em 17 de janeiro. Segunda em 19 de fevereiro e terceira em 19 de março;
  • final de placa 9 ou 0: cota única ou primeira parcela em 18 de janeiro. Segunda em 20 de fevereiro e terceira em 20 de março.

 

IPVA 2019 Paraná (PR)

A Sefaz ainda não divulgou as datas de pagamento. A consulta é feita pelo site específico para o pagamento do IPVA.

 

IPVA 2019 Rio de Janeiro (RJ)

A novidade é que o carnê impresso deixará de existir. Para saber as taxas de IPVA, licenciamento e DPVAT, é preciso acessar o site. A tabela a ser seguida é:

  • final de placa 0: cota única ou primeira parcela em 21 de janeiro. Segunda em 20 de fevereiro e terceira em 22 de março;
  • final de placa 1: cota única ou primeira parcela em 22 de janeiro. Segunda em 21 de fevereiro e terceira em 25 de março;
  • final de placa 2: cota única ou primeira parcela em 23 de janeiro. Segunda em 22 de fevereiro e terceira em 26 de março;
  • final de placa 3: cota única ou primeira parcela em 24 de janeiro. Segunda em 25 de fevereiro e terceira em 27 de março;
  • final de placa 4: cota única ou primeira parcela em 25 de janeiro. Segunda em 26 de fevereiro e terceira em 28 de março;
  • final de placa 5: cota única ou primeira parcela em 28 de janeiro. Segunda em 27 de fevereiro e terceira em 29 de março;
  • final de placa 6: cota única ou primeira parcela em 29 de janeiro. Segunda em 28 de fevereiro e terceira em 1º de abril;
  • final de placa 7: cota única ou primeira parcela em 30 de janeiro. Segunda em 1º de março e terceira em 2 de abril;
  • final de placa 8: cota única ou primeira parcela em 31 de janeiro. Segunda em 7 de março e terceira em 8 de abril;
  • final de placa 9: cota única ou primeira parcela em 1º de fevereiro. Segunda em 8 de março e terceira em 9 de abril.

 

IPVA 2019 Rio Grande do Norte (RN)

A tabela ainda não foi divulgada. No entanto, é possível consultar o IPVA e fazer o pagamento pelo site do Detran.

IPVA 2019 Rio Grande do Sul (RS)

Há um desconto maior se a quitação do tributo for feita até 28 de dezembro de 2018. A redução chega a 25,5%. Para emitir a guia, é preciso acessar o site do Detran. Apesar disso, não foi divulgada a tabela a ser cumprida.17

 

IPVA 2019 São Paulo (SP)

O Detran já publicou a tabela de pagamento, que leva em conta as seguintes datas:

  • final de placa 1: cota única ou primeira parcela em 9 de janeiro. Segunda em 9 de fevereiro e terceira em 9 de março;
  • final de placa 2: cota única ou primeira parcela em 10 de janeiro. Segunda em 15 de fevereiro e terceira em 12 de março;
  • final de placa 3: cota única ou primeira parcela em 11 de janeiro. Segunda em 16 de fevereiro e terceira em 13 de março;
  • final de placa 4: cota única ou primeira parcela em 12 de janeiro. Segunda em 19 de fevereiro e terceira em 14 de março;
  • final de placa 5: cota única ou primeira parcela em 15 de janeiro. Segunda em 20 de fevereiro e terceira em 15 de março;
  • final de placa 6: cota única ou primeira parcela em 16 de janeiro. Segunda em 21 de fevereiro e terceira em 16 de março;
  • final de placa 7: cota única ou primeira parcela em 17 de janeiro. Segunda em 22 de fevereiro e terceira em 19 de março;
  • final de placa 8: cota única ou primeira parcela em 18 de janeiro. Segunda em 23 de fevereiro e terceira em 20 de março;
  • final de placa 9: cota única ou primeira parcela em 19 de janeiro. Segunda em 28 de fevereiro e terceira em 21 de março;
  • final de placa 0: cota única ou primeira parcela em 22 de janeiro. Segunda em 27 de fevereiro e terceira em 22 de março.

 

IPVA 2019 Sergipe (SE)

Existe um desconto de 10% para quem pagar a cota única até o dia 28 de fevereiro. A diferença é que, em 2019, o IPVA pode ser pago por parcelamento via cartão de crédito. As tabelas de pagamento serão publicadas em janeiro de 2019 e há isenção para veículos de transporte escolar.

 

IPVA 2019 Tocantis (TO)

As guias de pagamento estarão disponíveis a partir de 1º de janeiro de 2019 no site da Sefaz. Três mudanças no pagamento foram implantadas para esse ano. A partir de agora, há um desconto de 10% para a quitação em cota única até 15 de janeiro. O IPVA pode ser parcelado em até 10 vezes, com primeiro vencimento no dia do pagamento à vista. Ou o contribuinte pode pagar somente em 15 de outubro o valor total, sem desconto.

Os demais estados ainda não publicaram informações sobre o IPVA 2019. Por isso, vale a pena ficar atento aos sites da Sefaz e do Detran. Assim, você terá certeza de que fará o pagamento em dia.

Agora que você já viu as tabelas, já imaginou o que fazer se esquecer o pagamento? Confira o que fazer para regularizar a situação do IPVA atrasado.

 

O que é considerado perda total?

Muitas vezes, uma pessoa sofre um acidente e diz que o carro deu PT, isto é, perda total. Nesses casos, a pessoa que tem proteção veicular tem direito à indenização integral. No entanto, apenas algumas situações são caracterizadas dessa forma.

O problema é que a maioria das pessoas desconhece o que significa sofrer PT. Da mesma forma, não sabe como declará-la ou comprová-la para ser beneficiada.
É por isso que neste post vamos explicar mais sobre essa situação. Que tal entender como ela efetivamente funciona?

Acompanhe!

Como funciona a perda total?

Indicar que o automóvel deu PT significa que o custo do conserto do veículo após o acidente é maior que o percentual do preço do carro definido na apólice da proteção veicular. A porcentagem utilizada como referência é de até 75%.

Isso significa que pode ser menor que esse percentual, mas nunca acima dele. Para entender melhor, imagine que o seu carro custa R$50 mil pela Tabela Fipe. Nesse caso, o gasto com a reparação deve ser igual ou acima de R$37,5 mil.

Perceba que a ideia não é analisar se o carro está em amplo estado de destruição. O que vale, efetivamente, é o preço do conserto. Afinal, um veículo com a carroceria preservada pode ter vários componentes internos prejudicados na colisão. O inverso também pode acontecer.

O percentual usado como referência para PT está definido em contrato. Portanto, vale a pena analisar antes de fechar negócio. Nesse caso, o valor da franquia não é pago e você recebe a quantia da indenização integral.

Por sua vez, se o acidente levar a uma perda parcial, a proteção veicular cobre os custos com os reparos quando o valor for acima do estipulado pela apólice. A franquia é paga e o restante é coberto pela associação.

Como declarar a perda total?

O primeiro critério para declarar PT é estar em dia com as prestações da proteção veicular. Com o cumprimento desse requisito, o Certificado de Registro do Veículo (CRV) é transferido para a associação e, a partir disso, é de responsabilidade da empresa.

Por isso, é feito o pagamento da indenização integral, de acordo com a Fipe. Caso você tenha a cobertura de despesas extras, ainda tem direito a outros valores contratados além da indenização integral.

O montante recebido deve ser declarado no Imposto de Renda, no campo “Discriminação” da ficha “Bens e Direitos”. O valor recebido é isento e não tributável. Portanto, a quantia deve ser especificada no campo de mesmo nome.

E como comprová-la?

A análise de PT, com a consequente avaliação de gastos com o conserto, é feita por uma perícia técnica da própria associação de proteção veicular, ou empresa indicada por ela. Você deve disponibilizar o automóvel para que o procedimento seja realizado.

Assim, o sinistro deve ser comunicado imediatamente à associação de proteção veicular e, se necessário, é importante fazer o boletim de ocorrência (BO) na delegacia da Polícia Civil.

Peça uma indicação de oficina para levar o automóvel para fazer o conserto. Além disso, vale a pena guardar alguns documentos para comprovar o acidente:

  • aviso de sinistro, com relato do fato detalhado, inclusive com local, data e hora, endereço e carteira de habilitação do motorista, nome e endereço de testemunhas etc.;
  • BO, principalmente se ficar sem os documentos originais do carro devido a roubo;
  • RG, carteira de habilitação e CPF do motorista.
  • Outras informações relevantes são:
  • telefone, e-mail, nome e endereço de motoristas e passageiros envolvidos no acidente.;
  • números das placas e modelo e marca dos veículos;
  • número da carteira de motorista;
  • nomes e referências dos policiais e colaboradores dos serviços de emergência.

Se você seguir essas indicações, comprovará a perda total e terá o pagamento da indenização conforme especificado em contrato. Assim, garante sua tranquilidade até mesmo nos acidentes mais graves.

E você, quer saber como fazer uma proteção veicular? Acesse a simulação da Lions e espere o contato de um de nossos representantes!

 

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Brasil é Representado Pela AAAPV em Conferência Bienal

O Brasil é representado pela AAAPV (Agência de Autorregulamentação de Proteção Veicular e Patrimonial) em Conferência Bienal sobre associativismo em Londres.

Raucl Canal, presidente da AAAPV e o procurador-geral Renato Assis, participam desde o dia 17 de outubro da ICMF (Biennal Conference of the International Federation of Mutual and Cooperative Insurance), onde representam o Brasil em um evento que conta com a participação de 353 delegados de 40 países. Está presente neste evento também, um comitê parlamentar, com membros da Comissão Especial que analisa o Projeto de Lei (PL) nº 3139/2015.

Com duração de 4 dias, o evento iniciou dia 17 e finaliza dia 20 de outubro. Este importante acontecimento contou com a abertura do presidente mundial da ICMIF, Hilde Vernallen, e do CEO, Shaun Tarbuck. Ao longo do evento tiveram diversas exposições, com destaque para a exposição proferida por Andrew Grill. Ele tratou da disrupção dos mercados, onde:

  • as novidades,
  • as técnicas,
  • os conceitos

e os paradigmas são transformados na velocidade catártica.

Os Gerentes Regionais

  • Chris Black (Nova Zelândia);
  • Georgina Diaz Sanches (América Latina);
  • Grzegorz Buckowski (Polônia);
  • Brad Gewit (América do Norte);
  • Tom Gitogo (África).

Promoveram um grande debate sobre as realidades locais do mutualismo.

AAAPV Como Porta-Voz da ICMF no Brasil

No Brasil, o único membro do ICMIF é a Unimed Seguros. Ela não é mútua e nem cooperativa, mas sim uma Sociedade Anônima Seguradora (tal quais todas as demais seguradoras no Brasil, cujo controlador é a Unimed Participações, que tem como acionistas diversas Unimed’s singulares).

Sendo assim, o presidente da AAAPV e o procurador-geral já iniciaram uma interlocução com a gerente-geral da América do Sul, Georgina Diáz Sánches, e com o gerente-geral das Américas, Ed Potter, com o propósito de estabelecer a AAAPV como porta-voz da ICMIF no Brasil.

Desafios com Órgãos Reguladores

Os desafios envolvendo órgãos reguladores é um problema mundial. Embora sejam de países com culturas e economias totalmente diferentes, os representantes alegaram que hoje, órgãos como a Susep (Superintendência de Seguros Privados) são os que mais atrapalham o desenvolvimento do mercado.

Bases Otimistas

Dados positivos apresentados no evento comprovam que a proteção mútua. Em 2016, movimentou U$ 1,3 trilhões em prêmios e U$ 8,3 trilhões em coberturas seguradas. E que o vínculo empregatício nesta área, atualmente, é de 1,1 milhão de pessoas, e que 990 milhões de pessoas são protegidas em todo o mundo.

Mediante uma base com números positivos, há certo espanto de representantes estrangeiros com relação à falta de regulamentação da atividade de proteção veicular no Brasil.

As cooperativas e mútuas representam 26,8% de todo o mercado global de seguros, conforme seguinte representação:

  • 3 mil estão na Europa;
  • 1.850 na América do Norte;
  • 150 na Ásia e na Oceania;
  • 100 na América Latina e 50 na África.

Com as associações de proteção mútua, são gerados 460 mil postos de trabalho na Europa, 390 mil na América do Norte, 222 mil na Ásia, 44 mil na América Latina e 12 mil na África.

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