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Proteção Veicular

Proteção veicular ou seguro: o que sai mais em conta?

Quem precisa garantir que seu carro fique longe de qualquer problema deve pensar em fazer uma proteção veicular ou seguro. A questão é que nem sempre fica claro qual é a melhor opção.

Por um lado, há pessoas que dizem ser melhor optar pelo seguro, uma alternativa tradicional. No entanto, a proteção veicular é a escolha de outra parte dos condutores, que desejam ter tranquilidade ao mesmo tempo que recebem um bom custo-benefício.

Então, o que sai mais em conta? É o que vamos explicar neste artigo. Quer saber mais? Continue lendo!

 

Diferenças entre proteção veicular ou seguro

As pessoas acreditam que as duas modalidades funcionam de maneira igual, mas isso não é verdade. Existem diferenças cruciais, que impactam sobretudo no pagamento das mensalidades. Entenda melhor!

Seguro

Esse serviço é oferecido por uma seguradora ou corretora de seguros. Essas empresas são privadas e visam a lucros econômicos. Isso significa que é acrescentado um percentual a mais nas parcelas para cumprir essa finalidade. Essa atividade é legal e regulamentada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep).

Proteção veicular

A proteção veicular é oferecida por uma associação, isto é, uma empresa sem fins lucrativos. O propósito é buscar o menor custo para os sócios, sem implicar perda da qualidade. Por isso, os serviços prestados são divididos entre todos os participantes de maneira igual.

Essa é a contribuição mensal, que cobre as situações que ocorrem com os cooperados. A atividade também é regulamentada, dessa vez, pela Organização de Cooperativas Brasileiras (OCB).

Apesar disso, as regras internas são feitas pela própria administradora, já que é seguida a prerrogativa da Constituição Brasileira. Portanto, a proteção veicular é uma atividade totalmente legal.

 

O processo de contratação da proteção veicular ou seguro

Além da diferença entre as duas modalidades — uma visa ao lucro, enquanto outra faz apenas o rateio das despesas e a garantia de formação de um fundo de reserva válido para todos os participantes —, a contratação é outro fator que interfere no valor a ser pago todos os meses.

No caso do seguro, a contratação é feita por meio de uma apólice. Nela constamos direitos e deveres do segurado e os serviços cobertos. Ela funciona, portanto, como um contrato, que regerá todas as ações a serem realizadas durante sua duração.

Por sua vez, a proteção veicular tem, de fato, um contrato, em que está especificado o rateio das despesas. Como não existe apólice, é garantido que não há objetivos de lucro.

Em relação aos serviços, eles são os mesmos na proteção veicular ou no seguro:

  • proteção contra roubos, incêndios, furtos e acidentes;
  • outros benefícios, a depender do contrato, como chaveiro, mecânico, guincho 24 horas e troca de pneu.

No processo de contratação é feita uma inspeção veicular para determinar sobretudo o valor a ser pago. Esse é o único requisito para a associação de proteção veicular. Se for uma seguradora, outros critérios são avaliados, como:

  • perfil do motorista;
  • modelo e ano do veículo;
  • trajetos mais percorridos;
  • local em que o carro fica guardado em casa — vaga própria ou compartilhada, protegida ou livre etc.

Por esse motivo, a proteção veicular é mais barata. O valor mensal contempla a taxa administrativa e o rateio do montante pago no mês anterior. Apesar de haver variações, o normal é ser cobrado um valor médio, já que existe a formação de um fundo de reserva.

Os dados são, portanto, transparentes e fica bem claro aquilo que você está pagando. Com o seguro, é bem diferente. Um valor fixo é pago de uma vez ou de maneira parcelada, sem que você saiba por que determinada quantia é cobrada.

Assim, fica claro que, entre proteção veicular ou seguro, a primeira alternativa é mais barata. Você não paga diferente por ser mais novo ou ter sofrido algum acidente no ano anterior. Assim, é uma cobrança mais justa, na qual você tem acesso a todos os serviços com comodidade.

E você, quer conhecer melhor sobre a proteção veicular? Entre em contato com a Lions e veja com nossos representantes como nosso serviço funciona e quais benefícios você terá!

 

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O que é controle de estabilidade?

Você já reparou em um símbolo no seu carro com um automóvel e dois riscos em formato de S? Esse é o aviso do controle de estabilidade, um dispositivo eletrônico presente em alguns automóveis e que se tornará obrigatório a partir de 2022.

Conhecido pelas siglas ESP, VSA e ESC, esse recurso é essencial para trazer segurança a motorista e passageiros, especialmente quando a pista está molhada. Apesar de sua importância, nem todo mundo sabe o que ele significa e para quais situações é válido.

É por isso que vamos abordar o assunto neste post. Então, que tal saber mais sobre essa funcionalidade e entender de que forma ela ajuda a manter seu veículo na estrada?

 

O controle de estabilidade e seu funcionamento

O controle de estabilidade é um recurso que avalia, por meio de sensores, a trajetória do automóvel e os movimentos do volante. Caso alguma situação diferente seja identificada, os freios das rodas são ativados para cortar o torque do motor e evitar um acidente. Por isso, todo veículo com ESP tem ABS.

Para entender melhor o funcionamento, as rodas, a direção e o eixo longitudinal do automóvel têm sensores ligados. Assim, é identificado quando o movimento está em sentido diferente ao esperado. É possível chegar a essa conclusão com a ajuda de 25 leituras por segundo, que comparam a condução ao trajeto assumido pelo veículo quando ele derrapou ou perdeu a direção da dianteira.

Por meio dessas leituras, o sensor faz o módulo aliviar a tração do motor. O freio ABS é ativado na roda indicada para fazer o veículo retomar sua trajetória. Com esse comportamento, o ESP evita perder o controle do carro em situações de risco. Por exemplo, desvios bruscos de rotas, curvas fechadas e pisos escorregadios.

Devido ao seu funcionamento, o total de acidentes fatais chega a ser reduzido em 43%. Além disso, 83% dos capotamentos de SUVs foram evitados por conta desse dispositivo. Portanto, mesmo que seja possível desativá-lo, é indicado não fazer isso.

A importância do controle de estabilidade

Mesmo que você ache esse recurso dispensável, ele é fundamental em casos de emergência. Nessas situações, é difícil corrigir a trajetória do veículo. Portanto, o ESP traz mais segurança.

É por isso que a lei brasileira colocou como item obrigatório para veículos a partir de 2020. Nessa primeira fase, valerá apenas para os veículos novos ou que passaram por grandes mudanças. Ou seja, que foram homologados a partir da data de validade da resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Em 2022, todos os 0 km terão o ESP como obrigatório, até para os lançados antes da lei entrar em vigor. Assim, haverá uma segurança maior para motoristas e condutores, além de menos acidentes e mortes.

Um exemplo do controle de estabilidade na prática

Imagine que você passa na frente de um cruzamento e, de repente, outro veículo surge na sua trajetória e exige um desvio brusco. O volante é virado para a esquerda, mas ainda assim é insuficiente para evitar a colisão.

Sem o ESP, o automóvel não obedece ao comando. Com o recurso, a roda traseira esquerda é freada e a trajetória do carro é modificada de maneira automática.

Outro exemplo é a subida de uma ladeira em uma rua de paralelepípedo molhado. O ESP freia uma ou duas rodas com o objetivo de garantir o atrito necessário para o automóvel seguir em frente sem problemas.

Agora você já sabe como o controle de estabilidade funciona e qual é sua função para o veículo. Por isso, se seu automóvel ainda não tem esse recurso, vale a pena verificar essa opção da próxima vez que adquirir um carro.

Além do ESP, é preciso atentar a outros detalhes para manter a segurança do veículo. Dois deles são alinhamento e o balanceamento. Veja o que são e como são feitos.

Qual a importância de respeitar a placa de parada obrigatória?

Você já sabe que é preciso respeitar a placa de parada obrigatória, mas é comum ver motoristas ignorando o aviso. A situação é tão preocupante, que somente nos primeiros seis meses de 2017, o total de infrações relacionadas a essa exigência aumentou 161%, na cidade de São Paulo. O que essa situação acarreta?

As consequências são variadas — e demonstram a importância de cumprir as regras do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) Para entender melhor, neste post vamos explicar por que existe essa obrigatoriedade. Vamos lá?

 

O Código de Trânsito Brasileiro

O CTB é a diretriz máxima do trânsito brasileiro e deve ser seguido por todos os condutores. Segundo seu artigo 208, o avanço em um sinal de parada obrigatória é uma infração gravíssima.

A placa vermelha em formato octogonal e na qual está escrito “Pare” é tipificada como R-1 pelo Detran. Ela é implantada sobretudo para reforçar a obrigação de dar preferência à outra via. Assim, o motorista tem o dever de fazer uma parada momentânea para verificar a oportunidade de passagem.

É importante destacar que a atitude de muitos motoristas de apenas reduzir a velocidade ao passar pelo cruzamento com essa placa é incorreto. Essa ação pode implicar multas, como veremos a seguir.

Isso acontece porque, conforme o Detran, a parada obrigatória é exigida sempre que a redução da velocidade é insuficiente. Esse é o caso de um cruzamento em que não há semáforo.

 

A placa de parada obrigatória

O desrespeito à placa de sinalização “Pare” implica sobretudo a aplicação de multa de R$ 293,47 e tem a mesma gravidade de avançar um sinal vermelho. O enquadramento pelo CTB é como gravíssima, com determinação de sete pontos na carteira de habilitação.

Como indicamos, mais que reduzir a velocidade, é exigido parar totalmente no cruzamento para, então, verificar a possibilidade de cruzamento e continuar o caminho. Esse é o primeiro passo para respeitar a placa de parada obrigatória.

Além dessa prática, é importante reduzir a velocidade assim que visualizar a placa, para evitar freadas bruscas. Deixe os veículos que estiverem se aproximando passarem e, somente depois disso, continue o percurso. Desse modo, você consegue dirigir mais tranquilo.

A importância de respeitar a placa de parada obrigatória

Todos os municípios implementam a placa de “Pare” somente quando há necessidade. São feitos estudos técnicos para identificar o impacto no trânsito, com o objetivo de reduzir acidentes e melhorar a mobilidade.

Quando o motorista opta por ignorar a sinalização, descumpre um procedimento de direção e corre diversos riscos. O principal é o de acidente, que pode ocasionar apenas prejuízos físicos ou até um problema maior, inclusive morte.

A aplicação de multas, com pontos na carteira, é outra consequência negativa. È importante lembrar que o limite de pontos no ano é de 20. O condutor que ultrapassar essa quantidade perderá o direito de dirigir por seis meses.

No que se refere à multa, ela pode ser paga em seguida ou depois de algum tempo. No entanto, é impossível pegar o novo documento sem quitar a dívida — inclusive se você pagou o licenciamento.

Assim, fica claro que a placa de parada obrigatória deve ser respeitada, seja porque você deseja evitar multas, seja porque tem consciência e pretende impedir a ocorrência de acidentes. De toda forma, a regra é sempre essa: quando todos os motoristas respeitam o trânsito, o tráfego flui melhor.

Agora que você viu por que vale a pena respeitar a parada obrigatória, confira como dirigir na chuva com atenção redobrada e cuidados extras.

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Farol amarelado? Saiba como resolver

Com o passar dos anos, o carro fica com o farol amarelado. O aspecto feio também traz problemas para a visibilidade do motorista. Por isso, é preciso saber como solucionar essa questão para evitar imprevistos e até acidentes.

Para ajudar você a entender o que fazer nesses casos, neste post apresentamos algumas dicas de limpeza que ajudarão o seu farol a ficar como novo. Quer saber mais? Acompanhe!

 

Por que o farol fica amarelado?

Antigamente, os faróis eram fabricados em vidro no Brasil. Como esse material mantinha o brilho por um tempo maior, a limpeza era desnecessária. No entanto, era pouco seguro. Por isso, a indústria automobilística mudou a produção e começou a utilizar o policarbonato.

Esse é o nome oficial do termoplástico utilizado. Apesar de ser uma opção melhor que o vidro, ele reduz a vida útil do farol, o que significa que ele fica amarelado mais cedo.

É nesse momento que se torna necessário fazer uma limpeza. Em lojas especializadas existe um kit específico para esse processo. No entanto, o valor dele é de aproximadamente R$ 200. Portanto, é preciso buscar alternativas mais econômicas — que mostraremos em seguida.

Agora, por que o farol fica amarelado? Uma das respostas é que a chuva e o sol destroem a camada protetora do policarbonato. Como consequência, há esse escurecimento. Em outras palavras, essa é uma consequência inevitável.

Além disso, os insetos que ficam grudados no farol liberam toxinas com o tempo, que também prejudicam as lentes. Devido a isso, é indicado fazer uma limpeza no farol com regularidade, especialmente após viagens.

 

Quais são as consequências do farol amarelado?

A principal é sobretudo a diminuição da visibilidade do motorista, que ocorre tanto por conta do escurecimento da lente quanto pelo foco de luz atrapalhado e incorreto. Com isso, há um aumento na chance de acidentes, que coloca em risco a sua vida e a de outras pessoas.

 

Como limpar o farol amarelado?

Existem diferentes maneiras de fazer isso. A partir de agora, você verá algumas opções e pode escolher aquela que achar mais fácil. Vamos lá?

Limpeza com massa de polir

Utilize uma lixa d’água 1100, massa de polir, estopa, pano seco e limpo e água. Molhe bem o farol e, então, passe a lixa sobre ele. Verifique sempre se a superfície se mantém molhada. Caso comece a secar, molhe novamente.

Faça esse procedimento por cerca de 10 minutos em toda a área do farol e deixe secar. O aspecto é de embaçado, mas isso significa que tudo foi feito de maneira correta. Depois de secar, aplique a massa de polir e esfregue com força com a estopa.

A ideia é que a massa entre em atrito com a sujeira e a retire por completo. Assim que terminou de esfregar, lave e veja o resultado. Caso ache ruim, repita o processo da massa e da estopa até alcançar a transparência completa.

Limpeza com vinagre e bicarbonato de sódio

Limpe o farol normalmente utilizando água e detergente. Assim que finalizar, coloque no farol uma mistura de vinagre branco com bicarbonato de sódio. Em seguida, passe um pano limpo e limpe bem. Por último, coloque cera. A expectativa é que o farol deixe de ficar amarelado.

Limpeza com óleo de banana

Limpe o farol com uma flanela. Depois disso, aplique o óleo de banana em um algodão (nunca na flanela!). Em seguida, passe o algodão sobre o farol sem aplicar força e apenas em uma posição para evitar marcas.

Depois que terminar, execute o processo mais uma vez. Por último, passe uma massa de polir de novo e veja que o farol não está mais fosco.

Limpeza com pasta de dente

Aplique a pasta de dente em um pano e passe no farol. Deixe ficar esbranquiçado. Em seguida, molhe o pano um pouco e tente tirar a pasta de dente. Molhe o farol e passe o pano mais uma vez.

Lembre-se de ter cuidado e atenção ao limpar para evitar riscos na lente. Seque o farol do veículo e repita a limpeza até tirar a pasta de dente por completo.

Com todas essas dicas, é praticamente impossível ter um farol amarelado no seu carro, certo? Então, coloque essas ideias em prática e veja seu veículo ficar como novo!

Agora que você sabe limpar o farol do automóvel, que tal entender outra situação? Veja o que fazer quando a bateria está descarregada.

OBS: A Lions recomenda que essa limpeza seja sempre feita por um especialista na área, pois o serviço fica melhor e mais seguro.

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Roubos e furtos de carros durante o carnaval: como evitar?

O carnaval é um período de festas e quase todo mundo sai para aproveitar a folga e se preparar para o ano que, efetivamente, inicia. Porém, é preciso cuidar com os roubos e furtos de carros, que se tornam mais comuns nessa época do ano.

Somente em 2018, por exemplo, apontaram que os roubos de rua cresceram 107% no carnaval do Rio de Janeiro — os dados são por unidades da federação, não unificados. Em relação aos veículos, a alta foi de 18,4%, com ocorrência de 888 casos.

Apesar de esses dados serem do Rio de Janeiro, eles evidenciam o que acontece em todo o Brasil. Por isso, se você quer cair na folia com segurança, precisa ler este post. Aqui, vamos explicar o que você precisa fazer para proteger seu automóvel. Confira as dicas!

Escolha um bom local para estacionar

ficam tomadas de foliões. Devido a essa característica, o melhor é optar por um estacionamento fechado.

Caso seja impossível, busque um lugar seguro na rua para parar. O ideal é evitar lugares ermos e de pouca iluminação. Se for estacionar durante o dia, imagine como ele estará durante a noite, já que esse é o período que a festa vai acabar.

Se for viajar, converse com moradores locais e conheça os pontos turísticos — eles são boas indicações de lugares seguros.

Evite deixar objetos à vista

Qualquer coisa que esteja dentro do carro é alvo dos ladrões, até mesmo uma sacola de supermercado, já que pode chamar a atenção. Portanto, sempre guarde objetos no porta-malas — e faça isso antes de estacionar o veículo.

Evite deixar carregadores, suportes e acessórios de dispositivos removíveis visíveis. Eles também chamam a atenção e indicam que pode haver objetos de valor dentro do automóvel.

Nunca diga quanto tempo vai demorar

É comum as ruas terem flanelinhas, que “cuidam” dos veículos estacionados de maneira informal. Apesar de muitos terem essa atitude, pode haver pessoas mal-intencionadas. Portanto, nunca diga que vai demorar para voltar.

Sempre opte por dizer que vai pegar algo e já volta. Caso a ideia seja roubar ou furtar o carro, essa informação inibe o possível ladrão, porque ele sabe que pode não ter tempo suficiente para agir.

Tranque o carro

O veículo sempre deve ser trancado, mesmo em cidades de aparência pacata. Essa medida é essencial para evitar imprevistos como roubos e furtos e é recomendada inclusive se você fizer uma parada rápida em uma padaria, posto de gasolina ou banca de jornais.

Lembre-se de manter os vidros do carro fechados. Caso alguém tente furtar algo, você identifica com mais facilidade. Apesar da folia e da grande quantidade de pessoas dificultar a descoberta do roubo.

Faça uma proteção veicular pra evitar roubos e furtos

A proteção veicular é um plano que cobre qualquer situação que ocorrer com o seu automóvel. O funcionamento é similar ao de um seguro. No entanto, o preço é mais baixo, porque essa modalidade consiste em uma associação de pessoas que se unem para a preservação do patrimônio de todos.

A vantagem da proteção veicular é que a associação não tem fins lucrativos. Por isso, as mensalidades são reduzidas. Você ainda conta com os mesmos serviços, de acordo com a cobertura que optar, por exemplo, assistência 24 horas, proteção de vidros, carro reserva, rastreamento e monitoramento etc.

Assim, mesmo que aconteça alguns roubos e furtos de carros no carnaval ou durante o ano, você fica tranquilo de que será indenizado.

Agora que você já sabe o que fazer para preservar seu automóvel, que tal fazer uma simulação de proteção veicular para contratar o seu plano agora mesmo?

Acesse o site da Lions, insira seus dados e aguarde o contato de nosso representante!

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