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Suspensão dos radares móveis em rodovias federais – Saiba o que muda

No dia 15 de agosto de 2019 foi determinado pelo presidente da república, uma suspensão do uso de radares móveis nas rodovias federais, como “BRs”. Três modelos de radares móveis suspensos, são eles:

  • Estáticos: instalados em veículos parados ou suportes.
  • Móveis: instalados em veículos em movimentos.
  • Portáteis: direcionado manualmente aos veículos.

Após sua publicação no “Diário Oficial da União”, o caso foi passado para o Ministério da Justiça, responsável pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). No mesmo dia, o PRF solicita aos seus servidores que a decisão seja cumprida imediatamente.

Por que motivo os radares móveis foram suspensos?

Segundo presidente da república, Jair Bolsonaro, essa medida foi tomada para evitar o “desvio de caráter educacional” e “a utilização meramente arrecadatória dos aparelhos”.

Contudo, o ministro da Infraestrutura afirma que uma nova resolução para o uso dos equipamentos está praticamente formatada.

No entanto, alguns especialistas criticam essa retirada dos radares móveis das rodovias federais. Segundo Celso Mariano, especialista em trânsito, essa suspensão pode induzir os motoristas a dirigirem acima do limite de velocidade da via e indicado. “Sabendo que não há fiscalização, uma tendência é que corram mais”.

Mas os radares podem realmente ajudar a evitar acidentes?

Segundo um estudo feito na Europa e nos Estados Unidos, sim!

O Instituto de Seguros para Segurança nas Rodovias (IIHS), apontou em 2014 que a instalação de radares causou uma mudança de longo prazo no comportamento dos motoristas e a “redução substancial” de mortes e ferimentos no comando de Montgomery, nas áreas de Washington, nos Estados Unidos Unidos.

Nos primeiros 6 meses de uso dos radares, houve uma redução da proporção de motoristas que dirigiam a menos de 16 km / h acima do limite nas ruas onde as câmeras foram instaladas. Na área residencial, onde a velocidade varia entre 40 e 56 km / h, o risco de mortes ou ferimentos incapacitantes ou diminui em 39%.

Uma Escola de Economia e Ciência Política de Londres (LSE) obteve resultados semelhantes com o instituto norte-americano. Foram analisados ??pela universidade britânica cerca de 2,5 mil pontos monitorados, baseados em órgãos locais e no Departamento de Transporte (DFT).

Os dados de 1992 a 2016 revelam que, durante o período de número de acidentes, os países caíram até 39%, enquanto o número de mortes caiu até 68% no período de 500 metros dos novos radares de velocidade utilizados.

Contudo, a cerca de 1,5 km de câmeras, os acidentes voltam a ocorrer. Por esse motivo ou o estudo sugere que a área de cobertura seja maior pela fiscalização.

Mas e o dinheiro arrecadado com as multas, para onde deve ir?

Segundo o artigo 320 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a arrecadação de anúncios será aplicada, exclusiva, em sinalização, engenharia de tráfego, campo, policiamento, fiscalização e educação de trânsito.

As multas nas estradas federais

Não foi especificado pelo PRF ou o número de multas aplicado por radares móveis nas rodovias, mas eles informam que em 2018, 7,3 milhões de motoristas foram autuados nas rodovias federais, independente do método de fiscalização e do tipo de multa.

Mais de 4,8 milhões foram multiplicados por rodar acima da velocidade máxima da via. Possui 4,8 milhões, 83% estavam dirigindo até 20% mais rápido que é permitido cometer uma infração média com penalidade de R $ 130,60. Os outros 15,3% estavam entre 20% e 50% acima da velocidade máxima da via.

O balanço ainda contém menos de 78 mil motoristas sinalizados pelo PRF rodando em velocidade 50% superior ao permitido. Essa infração é considerada gravíssima, com 7 pontos na CNH e multa de R $ 880,00, além da suspensão imediata do direito de dirigir e apreender o documento de habilitação.

E você, o que acha dessa suspensão? Conta pra gente.

Dica do Lions: Ainda não é permitido ultrapassar ou limitar a velocidade permitida nas vias públicas e rodovias, é considerado descumprimento do Regulamento de Trânsito ou Acarreta à perda de proteção veicular dos associados, caso ocorra ou acidente.

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